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Indonésia revisa bacias hidrográficas após enchentes atingirem 7% de Bornéu

Governo da Indonésia revisa minas e plantações em bacias fluviais do sul de Kalimantan após inundações que atingiram mais de 7% da população, auditoria em andamento

Residents use canoes to navigate the floodwaters in Banjar Regency.
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  • O governo da Indonésia continua a revisar minas e plantações nas bacias fluviais do sul de Bornéu, meses depois de enchentes em dezembro afetarem mais de sete por cento da população.
  • “Uma auditoria ainda está em andamento”, disse Yulia Suryanti, porta-voz do ministério do Meio Ambiente, à Mongabay Indonesia.
  • Kalimantan do Sul é um dos cinco estados onde o governo avalia os impactos ambientais de atividades de mineração e plantações após as enchentes.
  • As enchentes levaram as autoridades a escrutinar as operações de empresas na região para assegurar cumprimento de normas ambientais e evitar desastres futuros.
  • Grupos ambientais saudaram a revisão, mas ainda não foram divulgados os resultados da auditoria nem ações contra possíveis violadores.

Indonesia mira empresas em bacias fluviais após enchentes afetarem 7% da população de Kalimantan do Sul

Banjar, Indonésia – O governo continua a revisar minas e plantações nas bacias dos rios do sul de Bornéu, meses depois que mais de 7% da população da região foi impactada pelas cheias de dezembro. Uma auditoria ainda está em andamento, segundo a porta-voz do ministério do Meio Ambiente.

South Kalimantan é uma das cinco províncias em que o governo avalia impactos ambientais de atividades de mineração e plantações após as enchentes. As cheias, entre as piores recentes, afetam milhares de moradores e causaram deslocamentos generalizados.

Autoridades prometem assegurar conformidade com regulamentações ambientais e prevenir desastres futuros. O foco inicial é identificar ligações entre atividades industriais e riscos para os rios e comunidades locais.

A auditoria envolve vistorias em sítios de mineração, plantações e outras operações que possam impactar as bacias hidrográficas. Também se avaliam medidas regulatórias mais rígidas e a atuação de agências de fiscalização.

Grupos ambientais saudam o processo, destacando a importância de práticas sustentáveis na região. Estudiosos locais ressaltam que resultados serão cruciais para a proteção dos rios e das comunidades dependentes.

As cheias de dezembro deixaram infraestrutura vulnerável e prejudicaram moradias e meios de subsistência. O governo ainda não divulgou o resultado da auditoria nem ações específicas contra empresas identificadas com violação.

O monitoramento faz parte de um esforço mais amplo para melhorar a governança ambiental e promover desenvolvimento sustentável. As autoridades pedem cooperação das empresas e adesão a boas práticas de proteção ambiental.

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