- O Reino Unido afirmou que ajudará os Estados Unidos a reabrir o estreito de Ormuz, diante da alta do petróleo.
- O ministro da Defesa britânico, em viagem ao Oriente Médio, anunciou envio de mais tropas e de sistemas de defesa aérea para proteger aliados no Golfo.
- O governo britânico disse que pode participar de operações navais para remover minas e garantir a passagem de navios pelo estreito.
- O barril Brent atingiu US$ 117, e diversos países adotaram medidas para conter a alta de preços; nos Estados Unidos, a gasolina passou de US$ 4 o galão.
- A China informou que três navios conseguiram completar o trajeto pelo estreito após negociações, em meio ao conflito.
O Reino Unido informou nesta terça-feira (31) que ajudará os Estados Unidos a reabrir o estreito de Ormuz, crucial para o abastecimento global de petróleo. A declaração foi feita durante visita ao Oriente Médio pelo ministro britânico da Defesa.
Segundo a autoridade britânica, o envio de mais tropas e de sistemas de defesa aérea visa proteger aliados no Golfo e respaldar uma resposta internacional para garantir a passagem no estreito. A participação pode incluir operações navais para remoção de minas.
O anúncio ocorre em meio a um aumento expressivo dos preços do petróleo e de gasolina no mundo. O Brent atingiu US$ 117 o barril, elevando riscos de desabastecimento. Diversos países anunciaram medidas de ajuste fiscal ou de racionamento.
Contexto econômico global
No Reino Unido, a gasolina subiu cerca de 14% e o diesel, 27% nos últimos meses. Nos EUA, o preço da gasolina já ultrapassou US$ 4 o galão, maior nível desde 2022, com alta de mais de US$ 1 em um mês.
China confirmou que três navios completaram o trajeto pelo estreito após negociações, enquanto a região permanece com passagem controlada por meio de acordos entre as partes envolvidas.
Medidas internacionais e impactos regionais
Em resposta à crise, África do Sul reduz impostos sobre combustíveis; Polônia estabelece teto de preços. Indonésia, Sri Lanka e Bangladesh adotaram medidas para limitar consumo, e a Eslovênia foi o primeiro país da UE a impor restrições desse tipo.
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