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Relatório internacional acusa Irã de recrutamento de crianças para guerra

ONU acusa Irã de recrutar menores para lutar na Síria e no Iraque, com observadores restritos e indícios de armas e treinamento

Reprodução canal do Youtube Jornal da Record
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  • Relatório do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas acusa o Irã de recrutar crianças para lutar na Síria e no Iraque.
  • Segundo o documento, menores são usados por grupos paramilitares e forças armadas apoiados pelo país, principalmente nas regiões de Kermanshah, Ilam e Khuzestan.
  • A ONU afirma que há dificuldade de acesso de observadores internacionais às áreas de recrutamento e que o Irã forneceria armas e treinamento a esses grupos.
  • O governo iraniano nega as acusações, diz respeitar os direitos humanos e afirma cooperar com órgãos internacionais.
  • A ONU afirmou que continuará monitorando a situação e que medidas serão tomadas para proteger as crianças na região.

Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela ONU acusa o Irã de recrutar crianças para atuar em conflitos na Síria e no Iraque. Segundo o documento, menores de idade são integrados a grupos paramilitares e forças armadas apoiados pelo país. A denúncia envolve regiões do oeste iraniano onde há maior presença desses grupos.

O relatório, elaborado por especialistas independentes, aponta violações à Convenção sobre os Direitos da Criança e sustenta que recrutamento de menores é comum entre as organizações vinculadas ao Irã na região. Observadores internacionais teriam dificuldades de acesso às áreas citadas.

Segundo o texto, crianças recrutadas recebem treino e são enviadas para batalhas na Síria e no Iraque. A ONU afirma que há evidências de fornecimento de armas e de cooperação com grupos paramilitares locais para sustentar essas ações.

O Irã nega as acusações. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que o país não recruta menores e reforçou o compromisso com direitos humanos e cooperação com organismos internacionais.

A ONU disse que continuará monitorando a situação e discutindo medidas para proteger as crianças na região. O relatório classifica o recrutamento como grave violação de direitos humanos e enfatiza a necessidade de responsabilização.

Reações internacionais

Diversos países e blocos manifestaram preocupação e pediram ao Irã que coopere com as investigações. Estados Unidos, União Europeia e nações da América Latina destacaram a importância de medidas para interromper práticas de recrutamento infantil.

Persistência do tema

Especialistas ressaltam que o recrutamento de crianças agrava traumas físicos e psicológicos e compromete a estabilidade regional. A denúncia reforça a pressão internacional por ações eficazes de proteção às crianças e responsabilização de responsáveis.

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