- Relatório da Human Rights Watch acusa o Irã de recrutar crianças para lutar na guerra e de reduzir a idade mínima para voluntários a 12 anos.
- Campanha associada ao regime divulga materiais com crianças ao lado de adultos, incentivando patrulhas, apoio a combatentes e atendimento a feridos.
- A HRW classifica a prática como grave violação dos direitos infantis e possível crime de guerra, pedindo o fim imediato do recrutamento.
- O direito internacional proíbe a participação de menores em conflitos armados, conforme a organização.
- Em entrevista, a HRW citou relatos de uma criança de 11 anos morta em ataque de drone e questionou os riscos para menores de 12.
O relatório internacional atribui ao Irã a convocação de menores para lutar na guerra, após a queda nas tropas. Segundo as informações, o governo teria reduzido a idade mínima de voluntários para 12 anos. Campanhas patrocinadas por entidades ligadas ao regime promovem participação juvenil.
As peças de divulgação mostram jovens ao lado de adultos e mencionam atividades como patrulhas, apoio a combatentes e atendimento a feridos. A Human Rights Watch classifica a prática como grave violação dos direitos infantis.
A organização solicita o fim imediato do recrutamento e ressalta que o direito internacional proíbe a participação de crianças em conflitos armados. Em avaliação, jovens correm risco de dano permanente em ataques.
Contexto legal e respostas internacionais
A HRW reforça que o recrutamento de menores viola normas internacionais e conclama mecanismos globais a atuação. O relatório também aponta possíveis crimes de guerra dependendo do envolvimento de menores em hostilidades. As informações complementares destacam a necessidade de proteção de crianças em zonas de conflito.
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