- Em Ramallah, lojas ficaram fechadas e as ruas, em sua maioria, vazias durante uma greve geral em protesto contra a nova lei de pena de morte aprovada por Israel.
- A legislação autoriza a execução de palestinos condenados por ataques considerados terrorismo.
- Imagens mostram fachadas fechadas, vias tranquilas e circulação restrita no centro da cidade, incluindo a praça al-Manara.
- Castas de pedestres e ciclistas passam por ruas praticamente desertas durante o protesto.
- Banners com bandeiras palestinas aparecem nas áreas centrais, evidenciando o ambiente de mobilização.
Em Ramallah, lojas fecharam e as ruas ficaram silenciosas durante uma greve geral em protesto contra a nova lei de pena de morte aprovada por Israel, que permite a execução de palestinos condenados por ataques considerados terroristas.
A mobilização reuniu manifestantes palestinos, trabalhadores e moradores da região, segundo relatos locais. A paralisação seguiu a decisão do governo israelense de aprovar a legislação.
A movimentação ocorreu principalmente na área central, incluindo a praça al-Manara, onde houve pouca circulação de pessoas e veículos. Banners e bandeiras palestinas foram vistos em alguns espaços públicos.
Autoridades locais não divulgaram números oficiais de participação. A greve visa expressar oposição à lei e pressões sobre a continuidade do conflito na região.
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