- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhou, no plenário, a audiência da Suprema Corte sobre o direito à cidadania por nascimento.
- A corte analisa um decreto de janeiro do ano passado que busca restringir a cidadania para filhos de imigrantes ilegais.
- A presença de Trump no tribunal foi interpretada como pressão aos juízes da mais alta instância.
- Uma decisão favorável ao governo pode redefinir o significado da 14ª Emenda, aprovada há 157 anos.
- O veredito deve sair entre o fim de junho e o início de julho.
A Suprema Corte dos Estados Unidos iniciou uma audiência sobre o direito à cidadania por nascimento. O governo defende restrições à cidadania para filhos de imigrantes ilegais. O presidente Donald Trump acompanhou a sessão no plenário.
A análise gira em torno de um decreto de janeiro do governo que pretende limitar esse direito. A audiência envolve argumentação de representantes do governo e de advogados que contestam ou defendem a interpretação atual da emenda.
Trump esteve presente para ouvir os argumentos apresentados, em uma ocasião marcada como histórica pela participação de um presidente no julgamento que discute uma mudança na lei.
A discussão está centrada na 14ª Emenda, aprovada há 157 anos, que estabelece cidadania a quem nasce no país. A corte já sinalizou que o tema exige atenção constitucional e jurídica detalhada.
O veredito pode redefinir, no futuro, o alcance da cidadania por nascimento. A decisão deve sair entre o fim de junho e o início de julho, conforme o calendário da Corte.
Não houve conclusões durante a sessão. A Justiça analisa o mérito do decreto e as implicações legais de alteração desse direito fundamental.
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