- Donald Trump afirmou nas redes que o Irã pediu cessar-fogo aos EUA, informação negada pelo governo iraniano via televisão estatal.
- O presidente disse que só encerraria ataques quando o estreito de Ormuz estivesse livre, e que os EUA bombardeariam o Irã até a destruição até lá.
- Trump também disse considerar abandonar a Otan, chamando a aliança de “Tigre de Papel”; o chanceler dos EUA rejeitou que haja negociação sobre um acordo.
- Marco Rubio afirmou que a relação entre os parceiros precisa ser repensada; porém, a retirada não é simples.
- Uma lei aprovada em dois mil e vinte e três estabelece que o presidente não pode suspender nem rescindir o tratado sem apoio de dois terços do Senado.
Donald Trump afirmou nesta quarta-feira, 1º, que os Estados Unidos avaliam deixar a Otan, aliança militar liderada pelos EUA e pela Europa. O ex-presidente usou as redes sociais para comunicar a possibilidade de saída.
Segundo o próprio Trump, o governo iraniano teria pedido um cessar-fogo, o que, segundo ele, justificaria a suspensão dos ataques apenas quando o estreito de Ormuz estivesse livre. O anúncio não foi confirmado por outras autoridades.
O governo do Irã negou a alegação de pedido de cessar-fogo feito por Teerã, divulgado pela TV estatal. O chanceler iraniano também descartou a ideia de negociações em curso com Washington.
Experte indica ruptura com Otan
Além das declarações sobre a Otan, Trump voltou a enfatizar críticas à aliança, chamando-a de Tigre de Papel. O posicionamento foi reforçado pelo chefe da diplomacia norte-americana, que sinalizou a necessidade de reavaliar relações com parceiros.
A retirada de fato não é simples. Uma lei aprovada pelo Congresso em 2023 impede que o presidente suspenda ou rescinda o tratado sem apoio de dois terços do Senado. Esse entrave legal complica qualquer decisão de abandono da aliança.
Este movimento ocorre em meio a declarações contraditórias sobre a situação entre Estados Unidos e Irã, com desmentidos oficiais de Teerã e repercussões políticas internas nos EUA. As comunicações oficiais seguem sob avaliação internacional.
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