- A China acusa os EUA e Israel pela obstrução da navegação no Estreito de Ormuz e pede o fim das ações militares.
- Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, diz que apenas um cessar-fogo e negociações podem garantir a segurança e o funcionamento das rotas marítimas.
- A China chama as partes envolvidas no conflito com o Irã a cessarem operações militares e buscarem a paz por meio do diálogo.
- Desde 28 de fevereiro, milhares de pessoas morreram no Oriente Médio após ataques contra o Irã e retaliações a bases no Golfo.
- Um dia antes, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse estar pronto para intensificar a resposta militar contra o Irã nas próximas duas a três semanas.
A China responsabilizou os Estados Unidos e Israel pela obstrução da navegação no Estreito de Ormuz e pediu que as partes envolvidas na guerra com o Irã cessem as operações militares. O país afirmou que a estabilidade da região é essencial para a economia mundial e para a segurança energética.
Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, afirmou que a raiz do bloqueio são as ações militares consideradas ilegais dos EUA e de Israel contra o Irã. Somente com cessar-fogo e paz regional a segurança das rotas marítimas pode ser garantida.
A porta-voz pediu o fim imediato das ações militares, início de negociações de paz com rapidez e resolução por meio do diálogo. As declarações foram feitas durante uma coletiva nesta quinta-feira.
Desde 28 de fevereiro, milhares de pessoas morreram no Oriente Médio após ataques norte-americanos e israelenses ao Irã, seguidos por retaliações iranianas a Israel, bases dos EUA e países do Golfo, além de uma escalada no Líbano.
Reação e contexto regional
Na véspera, o presidente dos EUA sinalizou que pode ampliar a resposta militar contra o Irã nas próximas semanas, o que aumentou a tensão na região e intensificou o temor de impactos sobre o comércio global e os mercados de energia.
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