- O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, solicitou que o Chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA, Randy George, deixe o cargo e se aposente imediatamente.
- A informação foi confirmada por duas fontes de defesa à Reuters, citando também a CBS News.
- Hegseth, ex-apresentador da Fox News, tem atuado para reformular o departamento e demitir generais de alto escalão para avançar a agenda de segurança nacional associada a Donald Trump.
- George foi confirmado no cargo em 2023; o mandato costuma durar quatro anos, e ele já serviu no Iraque e no Afeganistão.
- A retirada de George se soma a instabilidade recente no Pentágono, que inclui demissões de outros líderes militares nos últimos meses; o gabinete de George não comentou.
O Chefe do Estado-Maior do Exército dos EUA, Randy George, foi solicitado a deixar o cargo e se aposentar imediatamente, segundo fontes próximas à Reuters. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (2). A motivação não foi especificada pelos informantes.
O pedido partiu do Secretário de Defesa, Pete Hegseth. Hegseth é ex-apresentador da Fox News e tem atuado para reformular o departamento, demitindo generais e almirantes de alto escalão e tentando alinhar a agenda de segurança nacional aos interesses da administração de Trump. A Reuters confirmou a ordem a partir de fontes oficiais.
George, oficial de infantaria, serviu no Iraque e no Afeganistão. Foi confirmado no cargo de Chefe do Estado-Mior em 2023, com mandato tipicamente de quatro anos. Antes disso, atuou como vice-chefe do Exército e como assessor militar sênior do então Secretário Lloyd Austin.
Contexto e desdobramentos no Pentágono
A retirada de George se soma a uma fase de instabilidade na liderança do Pentágono. No último ano, também saíram do posto o ex-presidente do Estado-Maior Conjunto, General C.Q. Brown, além de chefes de operações navais e da Força Aérea, em meio a reestruturações e mudanças de comando.
O gabinete de George não respondeu de imediato a pedidos de comentário. As informações foram inicialmente reportadas pela CBS News e validadas por fontes que preferiram manter o anonimato.
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