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Irã promete ataques mais destrutivos contra EUA e Israel após Trump

Teerã promete ataques ainda mais devastadores contra EUA e Israel, em resposta às ameaças de Trump, com operações ampliadas e maior contundência

Israeli security forces and rescue teams respond at the site of an Iranian missile strike in Tel Aviv, 24 March, 2026
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  • Irã ameaça ataques “avassaladores” contra os Estados Unidos e Israel, dizendo que vai intensificar operações militares.
  • O porta-voz do quartel-general central de Irã disse que as ações serão “mais destrutivas, amplas e devastadoras” até que seus inimigos enfrentem arrependimento permanente.
  • O comentário ocorre após discurso televisado do presidente dos EUA, que prometeu aumentar ataques se Irã não chegar a acordo e afirmou que ações ficariam mais intensas nas próximas duas a três semanas.
  • A crise envolve o estreito de Hormuz, com defesa aérea de Emirados Árabes Unidos respondendo a ameaças de mísseis e drones; Irã quer manter o estreito fechado aos inimigos.
  • O conflito impacta o petróleo e os mercados, com petróleo subindo, ações caindo e o Banco Mundial expressando preocupação com inflação, empregos e segurança alimentar global.

O Irã prometeu ataques “destrutivos” e esmagadores contra os EUA e Israel, após o discurso do presidente dos EUA, que ameaçou bombardear o país. O aviso foi feito pela porta-voz do quartel-general central de operações, Ebrahim Zolfaqari, citado pela agência Tasnim.

Segundo Zolfaqari, Teerã deve intensificar operações militares e lançar ações cada vez mais amplas contra seus inimigos, com o objetivo de impor rejeição permanente aos adversários. As declarações chegaram após o pronunciamento de Trump na TV.

Contexto e desdobramentos

O discurso de Trump, feito no início da noite, afirmou que os EUA estão próximos de alcançar seus objetivos e prometeu endurecer ataques se o Irã não aceitar um acordo. Ele repetiu avisos anteriores sem detalhes novos.

A escalada envolve a região do Golfo, com defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos respondendo a ameaças de mísseis e drones. O estreito de Hormuz aparece como ponto crítico para o abastecimento mundial de petróleo.

Impactos econômicos

A disputa segue impactando mercados: o petróleo subiu e as bolsas variaram após o discurso. A Organização Mundial do Comércio e outras entidades destacam riscos para inflação, empregos e segurança alimentar.

O Irã continua a afirmar que manterá o bloqueio ao estreito até que o bloqueio seja revertido, e o governo dos EUA mantém a condição de restauração do tráfego naval aberto como parte de qualquer cessar-fogo.

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