- Macron afirmou que forçar a abertura do Estreito de Ormuz por meio de uma operação militar é inviável e traria riscos a quem atravessa o estreito, incluindo ações dos Guardiões da Revolução e de mísseis balísticos.
- A declaração ocorreu durante viagem à Coreia do Sul, após o presidente dos EUA, Donald Trump, desafiar aliados a atuarem pela reabertura do estreito.
- O Oriente Médio vive tensão entre EUA e Israel contra o Irã, com ataques, mortes e retaliações entre Irã e países da região.
- O Irã lançou ataques a diversos países da região como retaliação, enquanto Israel realiza ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano.
- Mojtaba Khamenei foi eleito novo líder supremo do Irã; Trump classificou a escolha como grande erro.
O presidente francês Emmanuel Macron afirmou nesta quinta-feira que seria inviável abrir o Estreito de Ormuz à força, após o presidente dos EUA, Donald Trump, defenderem ações para reabrir a passagem. A declaração foi feita a jornalistas durante viagem à Coreia do Sul.
Macron enfatizou que uma operação militar para liberar o estreito traria riscos graves para quem atravessa a área, citando a presença dos Guardiões da Revolução e a possibilidade de ataques com mísseis balísticos. Segundo ele, a opção não é apoiada pela França.
A crise no Oriente Médio se intensifica em meio a tensões entre EUA, Israel e Irã. O conflito teve início com ataques em 28 de fevereiro que resultaram na morte de líderes e oficiais iranianos, além de violações a navios e sistemas de defesa aérea.
Contexto internacional
Autoridades iranianas atribuíram ataques a alvos na região, incluindo Emirados, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. Países vizinhos registraram impactos econômicos, humanos e de segurança decorrentes da escalada.
Os relatos apontam also para deslocamentos civis e danos a infraestrutura, com informações conflitantes sobre número de vítimas. Além disso, o Líbano vive instabilidade, com ações do Hezbollah e operações aéreas israelenses na região.
Mojtaba Khamenei foi eleito novo líder supremo do Irã, após a morte da maior parte da liderança anterior. Especialistas destacam que a escolha tende a manter políticas de repressão e continuidade institucional. Donald Trump condenou a decisão, classificando-a como erro estratégico.
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