- Dalia López, empresária de 55 anos, foi presa em Assunção, Paraguai, na tarde de 2 de abril de 2026, após ficar foragida desde março de 2020.
- A prisão ocorreu durante uma operação de inteligência das forças de segurança paraguaias, que monitoravam o caso há anos.
- Ela responde por produção de documentos públicos falsos e associação criminosa; mais de 200 mil dólares foram apreendidos na residência.
- Dalia ficou conhecida por organizar a viagem de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão ao Paraguai para um evento beneficente; o ex-jogador foi detido em 2020 por portar documentos falsos.
- Ronaldinho pagou fiança de 1,6 milhão de dólares para deixar a prisão, cumpriu prisão domiciliar em hotel de luxo e só obteve liberdade total após pagar uma multa de 200 mil dólares.
Dalia López, empresária de 55 anos, foi presa em Assunção, Paraguai, nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026. A mulher estava foragida desde março de 2020. A detenção ocorreu após uma operação de inteligência realizada pelas forças de segurança paraguaias.
A investigação apontou que López fabricou documentos públicos falsos envolvendo Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis. A polícia encontrou mais de 200 mil dólares em dinheiro na residência onde foi cumprido o mandado de busca.
A prisão envolve acusações de produção de documentos públicos falsos e participação em organização criminosa. A operação foi acompanhada por militares e agentes da polícia local, que também apreenderam valores significativos durante a diligência.
Operação e detenção
A ação teve origem em monitoramento da suspeita ao longo de anos e culminou na localização da empresária em uma casa na capital paraguaia. A prisão ocorreu sem incidentes relatados. López permanece à disposição da Justiça.
Contexto do caso
Ronaldinho Gaúcho havia sido detido em 2020 no Paraguai por portar documentos falsos. O ex-jogador deixou a prisão após pagar fiança e cumprir regime de prisão domiciliar, com pagamento de multa. O episódio gerou repercussão internacional e levou a investigações sobre cúmplices.
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