- O viaduto B1, próximo a Teerã, foi atingido, com trechos da via colapsados, estruturas de aço torcidas e danos na área residencial ao redor.
- O ataque deixou moradores, equipes de resgate e famílias de vítimas em estado de choque, com temores de escalada.
- Hospitais e serviços de emergência na região Teerã‑Karaj registraram influxo de feridos, aumentando a pressão sobre o sistema de saúde.
- Autoridades iranianas disseram que o B1 era uma obra recente, sem atividade militar nas proximidades, e que os danos podem atrapalhar o tráfego por meses.
- O ministro das Relações Exteriores do Irã classificou o ataque como “ataque direto à infraestrutura civil”; o presidente dos EUA indicou novas ações contra pontes e outras instalações, em vídeos publicados e menções a ataques adicionais.
O B1, uma ponte nova próxima a Teerã, foi atingida, causando desabamento de trechos da estrutura e danos num área residencial vizinha. Imagens mostraram vigas de aço retorcidas e parte da via inoperante, segundo equipe de imprensa local. O ataque aconteceu em meio a suspeitas de ataques adicionais e escalada regional.
Moradores, bombeiros e familiares de vítimas se dizem em choque e com medo. Serviços de emergência na rota Teerã–Karaj registraram influxo de feridos, aumentando a pressão sobre um sistema de saúde já esticado pela demanda.
Autoridades iranianas afirmam que a B1, ainda sem atividade militar próxima, havia acabado de abrir ou estava prestes a fazê-lo, e alertam que o estrago pode interromper o tráfego por meses em uma das principais rotas de deslocamento da região.
Repercussões e respostas internacionais
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, chamou o ataque de investimento direto em infraestrutura civil. O presidente dos EUA, Donald Trump, divulgou vídeos do colapso da ponte e advertiu que mais alvos podem ser atingidos no Irã, citando pontes e usinas de energia entre possíveis próximos objetivos.
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