- O Irã afirmou ter abatido um segundo caça F-35 dos EUA, com a mídia estatal indicando que é improvável que o piloto tenha sobrevivido.
- Os EUA não confirmaram a informação; em mês anterior, disseram que o F-35 realizou pouso de emergência no Irã e o piloto estava estável.
- O anúncio ocorre em meio a ataques do Irã contra alvos no Oriente Médio, incluindo Israel e países do Golfo.
- Países do Conselho de Cooperação do Golfo, como Arábia Saudita, Emirados, Catar, Bahrein, Kuwait e Omã, teriam bases atacadas, com danos a bases militares, embaixadas e instalações de petróleo e gás.
- No Kuwait, um ataque iraniano danificou uma usina de dessalinização e atingiu uma refinaria por drones, causando incêndio em várias unidades; não há relatos imediatos de feridos.
O Irã afirmou ter abatido um caça F-35 dos EUA, alegando que é improvável que o piloto tenha sobrevivido. A notícia foi veiculada pela imprensa estatal, com base em informações da Reuters. Washington não confirmou a informação até o momento.
Segundo a agência, o incidente ocorreria em meio a uma série de ataques iranianos a alvos no Oriente Médio, incluindo Israel e países do Golfo. O Irã diz que ataca bases americanas na região como resposta a ações de Washington e de Israel.
No mês anterior, os EUA haviam informado que um F-35 realizou pouso de emergência durante uma missão no Irã, com o piloto em condição estável. A atual declaração iraniana intensifica a tensão na região.
Ataques no Golfo e no Kuwait
Nesta sexta-feira, o Kuwait informou que um ataque iraniano danificou uma usina de dessalinização. A planta é responsável por grande parte da água potável do Kuwait e de países vizinhos.
A usina de dessalinização sofreu danos materiais em componentes da instalação. Além disso, a operação de uma refinaria de petróleo em Mina al-Ahmadi foi atingida por drones, gerando incêndio em várias unidades.
Não há relatos imediatos de feridos ou danos ambientais significativos na refinaria, segundo o governo kuwaitiano. As autoridades locais mantêm monitoramento das consequências dos ataques.
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