- A região de Kyiv foi alvo de ataque massivo de drones e mísseis russos durante o dia; quase quinhentos drones e mísseis teriam sido lançados sobre a Ucrânia.
- Um pessoa morreu e houve quedas de energia que provocaram apagões em várias regiões, conforme o operador de energia Ukrenergo.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que Kyiv está pronto para uma trégua na Páscoa, mas o Kremlin afirmou não ter recebido propostas.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros, Andriy Sybiga, afirmou que as ações russas visam ampliar danos civis durante o dia; negociações mediadas pelos Estados Unidos seguem estagnadas pela guerra no Oriente Médio.
- Zelenskyy chamou uma delegação americana para Kyiv com o objetivo de relançar as negociações com Moscou, sugerindo que, se necessário, o grupo siga para Moscou depois de Kyiv.
A região de Kyiv foi alvo de um ataque maciço de drones e mísseis russos nesta sexta-feira, segundo autoridades locais. O objetivo foi atingir alvos na área metropolitana e na infraestrutura, aumentando a pressão durante o dia.
Segundo o governador da região, Mykola Kalashnyk, o ataque deixou pelo menos uma pessoa morta e provocou interrupções emergenciais no fornecimento de energia em várias áreas. Defesa e serviços de emergência atuaram para conter danos.
Autoridades ucranianas indicaram que quase 500 drones e mísseis foram lançados contra o território nas últimas horas. O movimento foi descrito como uma ofensiva para ampliar o dano civil durante o dia.
Andriy Sybiga, ministro das Relações Exteriores, denunciou que o ataque foi elaborado para maximizar vítimas e estragos, associando-o à resposta de Moscou às propostas de cessar-fogo apresentadas pela Ucrânia.
Zelenskyy informou que Kyiv está aberto a um cessar-fogo durante o período pascal, embora o Kremlin tenha dito não ter recebido propostas. O governo ucraniano vê a iniciativa como parte de esforços para retomar negociações.
O presidente ucraniano também anunciou a intenção de receber uma delegação americana em Kyiv para relançar as negociações com Moscou. A aproximação ocorre no contexto de negociações mediadas pelos Estados Unidos, com avanços limitados.
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