- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as Forças Armadas atacaram fábricas petroquímicas no Irã e destruíram 70% da capacidade de produção de aço do país.
- Netanyahu disse que essas ações visam enfraquecer a máquina de financiamento da guerra do Irã e prometeu continuar a “esmagá-los”.
- O Irã informou ter sofrido ataques próximos à usina nuclear de Bushehr.
- O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, pediu máxima contenção militar para evitar risco de acidente nuclear.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado que as Forças Armadas israelenses atacaram fábricas petroquímicas no Irã e destruíram 70% da capacidade de produção de aço do país. A declaração foi divulgada via vídeo publicado no X. A ação é apresentada como parte de uma ofensiva para impedir o financiamento de conflitos pelo Irã.
Segundo Netanyahu, as ações visam enfraquecer a máquina de financiamento de “guerra terrorista” do Irã. Não foram mencionados detalhes operacionais sobre as fábricas atingidas nem sobre danos não relacionados.
Mais cedo, o Irã informou ter sido alvo de ataques próximos à usina nuclear de Bushehr, no sudoeste do país. A notícia derrama preocupação sobre segurança regional e continuidade de tensões entre Israel e países do Oriente Médio.
Reação internacional e contexto
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grassi, manifestou preocupação com os ataques. Ele pediu máxima contenção militar para evitar riscos de acidente nuclear e reforçou a necessidade de proteção a instalações atômicas no Irã.
As informações sobre os ataques chegam em meio a uma conjuntura de alta tensão entre Israel e Irã, com forte presença de discurso militar por parte das autoridades de Israel. As informações oficiais citam medidas de retaliação e dissuasão com o objetivo de interromper financiamento de ações consideradas hostis.
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