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Trump ameaça retaliação se Irã não reabrir Estreito de Ormuz

Trump ameaça bombardear infraestrutura iraniana caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado

Uma vista da ponte B1 é mostrada um dia após ela ter sido destruída por um ataque em Karaj, a cerca de 35 km a sudoeste de Teerã, em 3 de abril de 2026. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse em 2 de abril que a ponte mais alta do Irã havia sido destruída, horas depois de ameaçar bombardear o país "de volta à Idade da Pedra".
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou agir contra o Irã se o Estreito de Ormuz não for reaberto.
  • Ele disse que poderia bombardear o Irã, incluindo centrais elétricas e pontes, durante a atual crise.
  • A tensão aumentou após Trump afirmar, em 2 de abril, que a ponte mais alta do Irã foi destruída.
  • A destruição de uma ponte ocorreu em Karaj, a cerca de 35 quilômetros a sudoeste de Teerã, no dia 3 de abril de 2026.
  • A informação é apurada pela AFP.

Neste domingo, 5 de abril de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que poderia atacar infraestrutura no Irã caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado ou não reabra. A ameaça envolve alvos como centrais elétricas e pontes no território iraniano, com o objetivo de pressionar o governo local.

Trump já havia anunciado ações agressivas em relatos anteriores, enfatizando medidas contra o Irã caso mantenha restrições ao tráfego estratégico no estreito, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã. As declarações ocorrem em meio a tensões crescentes entre Washington e Teerã.

Desdobramentos recentes apontam para ataques que atingiram alvos na região metropolitana de Karaj, a cerca de 35 quilômetros a sudoeste de Teerã, em abril de 2026. A destruição de infraestrutura foi apresentada pela imprensa local como parte de ações de represália, sem confirmação independente de responsáveis.

Detalhes sobre a possível reabertura do Estreito de Ormuz não foram divulgados pelas autoridades norte-americanas neste sábado, mantendo o foco internacional em riscos de escalada militar na região. O Irã não confirmou nem negou as alegações sobre infraestrutura e mobilização.

Segundo fontes internacionais, a situação envolve cálculos estratégicos relacionados ao comércio global de petróleo e à segurança regional, com impactos diretos para diversas economias. Autoridades de ambos os lados não forneceram comunicados adicionais neste domingo.

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