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Amorim recebe novo embaixador de Cuba diante da crise humanitária

Em meio à crise econômica de Cuba, Brasil mantém apoio humanitário e acompanha evolução social, após envio de 21 mil toneladas de alimentos e remédios

Brasil enviou 21.000 toneladas de alimentos e remédios a Cuba; na imagem, Celso Amorim, assessor especial para assuntos internacionais de Lula
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  • O assessor especial para assuntos internacionais do presidente, Celso Amorim, recebeu o novo embaixador cubano, Victor Cairo, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira, 6 de abril de 2026.
  • Na reunião, foram discutidos a situação econômica e social de Cuba e os impactos das medidas impostas pelos Estados Unidos.
  • O Itamaraty confirmou, em março, o envio de cerca de 21 mil toneladas de ajuda humanitária a Cuba, entre alimentos e remédios.
  • Amorim informou que o Brasil acompanha a evolução da crise e continuará apoiando a ilha com ajuda humanitária.
  • Cuba enfrenta escassez de energia e combustíveis devido à proibição de petróleo venezuelano pelos EUA, agravada por apagões e problemas no sistema de saúde.

O assessor especial para assuntos internacionais do presidente Lula, Celso Amorim, recebeu o novo embaixador cubano, Victor Cairo, no Planalto, em Brasília, na segunda-feira, 6 de abril de 2026. A reunião tratou da situação econômica de Cuba e de medidas dos Estados Unidos.

Foi discutida a continuidade do apoio brasileiro à ilha e o acompanhamento da crise econômica. Amorim ressaltou o monitoramento da evolução da situação e o interesse brasileiro em manter suporte humanitário.

Em março, o Itamaraty confirmou o envio de cerca de 21.000 toneladas de alimentos e remédios a Cuba, como parte da assistência humanitária brasileira. A ideia é enfrentar a escassez causada por restrições externas.

Crise em Cuba

Cuba enfrenta queda de energia e de combustível, agravadas pela proibição de petróleo venezuelano imposta pelos EUA em janeiro de 2026. As medidas restringem o abastecimento e impactam setores públicos.

Depois de medidas envolvendo o petróleo, a rede elétrica cubana entrou em colapso em março, deixando milhões sem luz, com apagões prolongados. O transporte marítimo e a assistência médica também sofreram com a falta de insumos.

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