- Irã e Estados Unidos receberam um plano de cessar-fogo para encerrar as hostilidades, com a reabertura imediata do estreito de Ormuz.
- O estreito de Ormuz representa cerca de 20% do petróleo mundial e movimenta outras mercadorias essenciais.
- As negociações, realizadas na madrugada de segunda-feira, são encabeçadas pelo Paquistão e foram formalizadas por memorando assinado eletronicamente por ambas as partes.
- O acordo prevê o fim do conflito em duas etapas, começando pelo cessar-fogo imediato.
- O movimento ocorre no mesmo dia em que expirava o prazo fixado pelos EUA para a reabertura do estreito, com desdobramentos já negociados entre as partes.
O Irã e os Estados Unidos receberam um plano de cessar-fogo que prevê a reabertura imediata do estreito de Ormuz, passagem estratégica para 20% do petróleo mundial. As negociações ocorreram durante a madrugada desta segunda-feira (6) e contam com o Paquistão como mediador.
O acordo propõe o fim do conflito em duas etapas, com cessar-fogo imediato. O memorando seria assinado eletronicamente por ambas as partes, com a anuência do Paquistão, que atua como canal de comunicação.
A negociação surge no mesmo dia em que Dilma Trump havia dado prazo para reabrir a passagem sob a ameaça de retaliação. A referência envolve a possibilidade de destruição de infraestrutura do Irã caso o estreito não fosse reaberto.
A Axios informou que EUA, Irã e mediadores buscavam um cessar-fogo de 45 dias como parte de um plano em duas fases para encerrar o conflito. As informações eram de fontes americanas, israelenses e de mediação regional.
A pauta destaca a importância do estreito de Ormuz para o comércio global, principalmente petróleo, e a relevância de manter a liberdade de navegação na região. As partes ainda não divulgaram detalhes operacionais do acordo.
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