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Trump nega crimes de guerra e chama manifestantes de ‘animais’

Trump nega crimes de guerra por ataques à energia do Irã, classifica manifestantes como "animais" e impõe prazo até terça para acordo, com novas ameaças

Presidente dos EUA, Donald Trump, em Miami
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  • O presidente dos EUA negou que ataques à infraestrutura de energia do Irã sejam crimes de guerra, alegando que o Irã matou manifestantes e os chamou de animais.
  • Trump citou números estimados de mortos entre 45 mil e 60 mil, dizendo que os iranianos “mataram manifestantes” e que precisam ser detidos.
  • O presidente afirmou que existem opções ainda piores do que bombardear usinas de energia e pontes do Irã caso não haja acordo para reabrir o Estreito de Ormuz.
  • Ele deixou claro que não vai detalhar essas opções, mencionando que “não terão pontes, não terão usinas, não terão nada”.
  • O exaumento de tensão includeu um prazo para o Irã aceitar o acordo, fixado para terça-feira, às 21h (horário de Brasília).

*com informações da Reuters*

O presidente dos Estados Unidos afirmou não haver crimes de guerra nos ataques previstos contra a infraestrutura de energia do Irã. Trump foi questionado sobre a possibilidade de esses ataques violarem leis internacionais e respondeu com críticas aos iranianos.

Segundo o mandatário, o Irã tem atuado contra manifestantes, o que, segundo ele, justifica a postura dos EUA. Ele citou números de mortes atribuídas a protestos no Irã e afirmou que os iranianos não podem possuir arma nuclear, sem detalhar mais.

Durante o mesmo evento na Casa Branca, Trump deixou claro que há opções ainda mais severas caso não haja acordo para reabrir o Estreito de Ormuz. Ele mencionou a possibilidade de mirar usinas, pontes e outras estruturas estratégicas caso haja impasse.

O presidente estabeleceu um prazo para o Irã aceitar o acordo até terça-feira, às 21h, no horário de Brasília, indicando a urgência de definição. A fala ocorreu em meio a ameaças já feitas em redes sociais na véspera.

No domingo, Trump usou a Truth Social para reiterar ameaças, com tom agressivo sobre ações contra pontes e usinas do Irã, alinhando discurso com pressões para que o país aceite condições dos EUA. A Reuters fornece os dados.

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