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Irã não flexibilizará posição diante da pressão dos EUA

Regime dos aiatolás ameaça mergulhar Arábia Saudita e Oriente Médio na “escuridão total” em caso de ataque a usinas.

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  • Uma fonte sênior do Irã disse à Reuters que Irã e Estados Unidos continuarão a trocar mensagens pelo Paquistão, sem sinal de flexibilização por parte de Teerã diante da cobrança pela “rendição sob pressão”.
  • Segundo a fonte, o Catar transmitiu, nessa segunda-feira, a mensagem de Teerã aos EUA e à região de que, se Washington atacar as usinas de energia do Irã, toda a região ficará à beira da escuridão por retaliação do Irã.
  • O iraniano ainda alertou que, se a situação sair do controle, os aliados do Irã podem fechar o estreito de Bab el-Mandeb.
  • A Axios informou que houve explosões na Ilha de Kharg, perto do estreito de Ormuz, após ataques dos EUA a alvos militares no local, com bunkers, estação de radar e armazenamento de munição atingidos.
  • As ações americanas ocorreram horas antes do prazo para Teerã chegar a um acordo de cessar-fogo, e as docas de desembarque não teriam sido alvo intencional.

Irã e Estados Unidos continuarão a trocar mensagens por meio do Paquistão, segundo uma fonte iraniana sênior. Teerã mantém posição de não ceder sob pressão, mesmo com avanços de interlocução mediada por terceiros. O Catar informou aos EUA que, em caso de ataque a usinas iranianas, a região enfrentaria retaliação que pode afetar a Arábia Saudita e demais partes.

A mesma fonte indicou que, caso a situação saia do controle, aliados do Irã podem bloquear o estreito de Bab El-Mandeb. O Irã não confirmou flexibilização de sua posição, enquanto o canal diplomático permanece ativo entre partes envolvidas.

Explosões em Kharg e ataques dos EUA

Na Ilha de Kharg, perto do estreito de Ormuz, houve explosões após ataques norte-americanos a alvos militares no local, conforme reportagem da Axios, baseada em informações de um alto funcionário dos EUA. O episódio ocorreu horas antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, estabelecer um prazo para acordo de cessar-fogo com Teerã.

Os alvos atingidos teriam incluído bunkers, estação de radar e depósitos de munição. As docas de desembarque não teriam sido atingidas intencionalmente, segundo as informações divulgadas pelas autoridades envolvidas. A ofensiva integra uma operação militar dos EUA com objetivos descritos como estratégicos pelos EUA.

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