- iranianos formaram uma corrente humana ao redor da Usina Termoelétrica de Kazerun, no sul do país, em apoio ao governo e em protesto contra ataques, segundo a agência Fars.
- Registros semelhantes ocorreram em uma usina em Tabriz, conforme a mesma agência.
- a mobilização ocorreu um dia após o vice-ministro de Esportes convidar jovens, artistas e atletas a formarem correntes humanas ao redor de usinas de energia em todo o Irã.
- o apelo veio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar atacar infraestruturas públicas se o Irã não reabrisse o Estreito de Ormuz dentro do prazo estipulado.
- o conflito entre EUA, Israel e Irã é descrito com ataques, mortes e retaliações entre várias nações da região, com relatos de diferentes fontes sobre baixas e ações militares.
Iranienses formaram uma corrente humana nesta terça-feira, 7, ao redor da Usina Termoelétrica de Kazerun, no sul do país, em apoio ao governo e em protesto contra ataques. Em vídeo divulgado pela agência Fars, moradores aparecem unidos no entorno da instalação. Registros semelhantes chegaram a uma usina em Tabriz, segundo a mesma agência.
A mobilização ocorre um dia após o vice-ministro de Esportes, Alireza Rahimi, convocar jovens, artistas e atletas a formar correntes humanas ao redor de usinas em todo o Irã. O objetivo, segundo o governo, é demonstrar solidariedade com a infraestrutura do país diante de pressões internacionais.
Contexto do conflito regional no Oriente Médio
Segundo a imprensa iraniana, a tensão envolve Estados Unidos e Israel, com o Irã respondendo a ataques aéreos e ataques a alvos diversos na região. Relatos indicam mortes civis no Irã e baixas militares no exterior, conforme diferentes contagens de agências.
Autoridades iranianas afirmam que suas ações visam apenas interesses de Estados Unidos e Israel na região. O cenário envolve também o apoio do grupo Hezbollah ao Irã, com retaliações em território libanês e respostas de Israel em ofensivas aéreas.
Repercussões internacionais e liderança iraniana
O regime iraniano indicou o governo de Mojtaba Khamenei, filho do líder falecido Ali Khamenei, para ocupar o posto de líder supremo. Especialistas apontam continuidade de políticas existentes, sem mudanças estruturais.
Donald Trump reagiu de forma crítica à escolha, classificando-a como um erro e sinalizando que a liderança do Irã deveria envolver-se no processo. A fala supervisiona uma leitura de possíveis impactos nas dinâmicas entre Teerã, Washington e seus aliados.
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