- O Home Office bloqueou a entrada de Kanye West no Reino Unido para se apresentar no Wireless Festival, alegando que sua presença não seria “conduzível ao bem público”.
- A confirmação da proibição foi feita à BBC; o Wireless Festival ainda não se pronunciou publicamente sobre o caso.
- Patrocinadores como Pepsi, Diageo, PayPal e Rockstar Energy já se retiraram do evento, e a Campaign Against Antisemitism pediu que continuem afastados.
- West havia enviado uma mensagem dizendo que queria ir a Londres para mostrar mudança e propor um encontro com a comunidade judaica, mas a proibição permanece.
- O artista enfrenta um histórico de controvérsias, incluindo acusações antissemita no passado, o que tem levado a proibições de apresentações em diferentes países; a última performance dele no Reino Unido foi no Glastonbury de 2015.
O governo do Reino Unido proibiu Kanye West, conhecido como Kanye ‘Ye’ West, de viajar ao país para se apresentar no Wireless Festival, marcado para o verão. A decisão foi comunicada pelo Home Office, que pode banir estrangeiros considerado não propícios ao interesse público.
A medida acontece após ampla reação negativa à escala de West no festival. A organização do Wireless ainda não se posicionou publicamente sobre a proibição. Já os patrocinadores vêm reduzindo o envolvimento com o evento.
O Campaign Against Antisemitism afirmou que a decisão do governo está correta, afirmando que atitudes antissemitas não têm lugar no país. A entidade pediu que patrocinadores mantenham o afastamento do festival.
West havia lançado uma defesa pública sobre a participação, pedindo perdão e propondo encontro com a comunidade judaica de Londres. Mesmo assim, a permissão para entrar no Reino Unido não foi concedida.
Contexto adicional mostra uma sequência de controvérsias envolvendo West, incluindo demissões de agências e marcas, além de publicações e declarações associadas a temas extremistas. O histórico tem influenciado a receptividade internacional às apresentações do artista.
A última atuação de West no Reino Unido ocorreu em Glastonbury, em 2015. Desde então, ele enfrentou restrições de visto em outros países e várias consequências legais e comerciais associadas às suas publicações e posicionamentos.
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