- O prazo de Donald Trump para reabrir o estreito de Hormuz expira às 20h, em Washington (4h CET).
- Trump disse que, se o estreito não for reaberto, os EUA atacarão usinas de energia, pontes e outras infraestruturas da Iran, e não parece preocupado com possíveis crimes de guerra.
- Teerã rejeitou uma cessar-fogo de 45 dias e pediu o fim da guerra com garantias de não serem atacados novamente.
- Israel realizou um ataque a uma planta petroquímica no megacampo de gás South Pars, e houve a morte do chefe de inteligência dos Guardas Revolucionários e de um líder de unidade clandestina.
- Nos bastidores europeus, o americano JD Vance chega à Hungria para apoiar o premiê Viktor Orbán na corrida eleitoral de perto, com encontro previsto entre os dois.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou agir contra a infraestrutura iraniana caso o Estreito de Hormuz não seja reaberto até o horário de Washington, 20h. A declaração foi feita em coletiva no Ministério da Casa Branca. O objetivo seria reativar a passagem estratégica para o fluxo de petróleo na região. A manobra ocorre em meio a tensões crescentes com o Irã.
O Irã rejeitou uma proposta de cessar-fogo de 45 dias apresentada por mediadores, pedindo o fim do conflito com garantias de não ataque. O governo iraniano informou que só aceita o término da guerra com garantias verificáveis. Diplomatas salientam que a situação segue sem um acordo claro.
Ontem, Israel confirmou planos de continuar ataques contra o Irã, aprovando três semanas de ações militares mesmo diante da ausência de cessar-fogo. A ofensiva envolve alvos no território iraniano e posições militares vinculadas a forças locais. Autoridades militares destacaram a continuidade das operações.
Enquanto isso, a situação no leste europeu ganhou atenção em meio às eleições na Hungria, com menos de uma semana para a votação. O primeiro-ministro Viktor Orbán busca manter o cargo frente ao opositor Péter Magyar. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, confirmou viagem à Hungria para apoiar Orbán.
Vance deve participar de um comício do partido governista Fidesz e pretende reunir-se com Orbán em agenda bilateral, conforme cobertura de nossa equipe em Budapeste. A visita ocorre após o apoio público do presidente Donald Trump, no fim de março, por meio de mensagem em vídeo.
Kyiv respondeu às acusações de envolvimento em incidentes recentes, negando veementemente qualquer participação. O porta-voz do ministério das Relações Exteriores ucraniano afirmou que a Ucrânia não tem relação com o episódio citado pelas autoridades russas.
Pelo lado diplomático, Moscou sugeriu que é provável a participação de Kyiv em tentativas de sabotagem, enquanto autoridades russas reiteram a acusação. O tema recebeu cobertura adicional em análises de especialistas na região.
Entre as informações ligadas à agenda internacional, a jornalista Eleonora Vasques atualiza que a guerra afeta o Golfo, com repercussões para mercados e relações entre países da região. Detalhes sobre esse desdobramento devem continuar em nossa cobertura diária.
Panorama internacional
Crises no Oriente Médio, eleições na Europa e acusações entre grandes potências marcam o noticiário desta edição. As próximas horas devem trazer novos desdobramentos sobre o Spacamento estratégico no Estreito de Hormuz e as promessas de resposta de Potências regionais.
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