- O Irã liberou o estreito de Ormuz por algumas horas e depois voltou a impedir a passagem de embarcações após bombardeios israelenses contra o Líbano.
- Navios passaram sob coordenação da Guarda Revolucionária; graneleiros com bandeiras da Grécia e da Libéria foram os primeiros a cruzar, com restrição de deslocamento.
- A passagem pelo estreito, que liga o golfo a grandes rotas internacionais, envolve cerca de 20% do petróleo mundial; houve relatos de granjeiros barrados.
- A União Europeia e oito países, entre eles Reino Unido e Canadá, pedem uma solução definitiva para o conflito e alertam que uma trégua temporária não elimina o risco de crise energética.
- Plataformas de monitoramento indicaram aumento no fluxo de navios na quarta-feira, mas a normalização do abastecimento pode levar meses.
O Irã liberou o estreito de Ormuz por algumas horas, mas voltou a bloquear a passagem de navios após novos bombardeios de Israel contra o Líbano. A medida ocorreu em meio a semanas de tensão na região, segundo informações de plataformas de monitoramento.
Graneleiros com bandeiras da Grécia e da Libéria foram os primeiros a cruzar a rota após a trégua temporária, que, no entanto, manteve restrições. Teerã determinou que qualquer deslocamento fosse coordenado pela Guarda Revolucionária.
A liberação durou pouco. Em resposta aos ataques israelenses, o Irã voltou a bloquear Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo mundial, e afirmou que destruirá navios que atravessarem sem autorização, conforme relatos da agência Fars, repercutindo na corrente de comércio.
Impacto global e posicionamentos internacionais
Diante da instabilidade, a União Europeia e oito países, entre eles Reino Unido e Canadá, pediram uma solução definitiva para o conflito. O grupo informou que uma trégua temporária não elimina o risco de crise energética e que a normalização do abastecimento pode levar meses.
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