- A American Airlines planeja retomar voos para a Venezuela em 30 de abril, com serviço diário entre Miami e Caracas a bordo de um Embraer 175 operado pela Envoy.
- A retomada depende de aprovações adicionais do governo dos Estados Unidos; o Departamento de Transportes havia autorizado o retorno em março.
- A Administração de Segurança de Transportes esteve em Caracas há cerca de um mês para revisar procedimentos de segurança aeroportuária.
- A American Airlines operou na Venezuela pela última vez há mais de seis anos; a empresa iniciou atividades no país em 1987 e foi a maior companhia dos EUA por lá antes de suspender em 2019.
- O Departamento de Estado retirou a Venezuela da lista de países para os quais os americanos não devem viajar, mantendo alerta de “reconsiderar a viagem” devido a riscos de criminalidade, sequestro e infraestrutura de saúde.
A American Airlines anunciou que pretende retomar voos para a Venezuela em 30 de abril, após obter aprovação do Departamento de Transportes dos EUA no mês passado. O plano envolve uma rota diária entre Miami e Caracas, com aeronave Embraer 175 operada pela Envoy, subsidiária regional da empresa.
A autorização, que permite o retorno de serviços para a Venezuela pela primeira vez em mais de seis anos, depende de aprovações adicionais do governo. A empresa informou que seguirá todas as etapas regulatórias antes de iniciar as operações.
A TSA esteve em Caracas há cerca de um mês para revisar procedimentos de segurança aeroportuária, um passo necessário para a retomada dos voos, conforme fontes citadas pela Reuters. A medida ocorre em um momento de mudanças diplomáticas entre EUA e Venezuela.
Historicamente, a American Airlines começou a operar na Venezuela em 1987 e chegou a ser a maior companhia norte-americana no país. O serviço foi suspenso em 2019 devido a restrições impostas pelos EUA, que haviam banido voos de companhias americanas para a Venezuela.
A decisão de retomar as rotas surge em meio a mudanças de política de viagem dos EUA. Em março, o Departamento de Estado retirou a Venezuela da lista de destinos com alerta máximo, classificando-o como “Reconsiderar a Viagem” por riscos de criminalidade, sequestro, terrorismo e condições de saúde.
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