- Mais de 203 pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas em ataques israelenses a Beirute, Tire e Abbassiyeh, no sul do Líbano, segundo o ministério da saúde.
- O total de mortes desde o início de março ultrapassou 1.500, aumentando o temor de uma escalada regional.
- Trabalhadores de resgate retiraram corpos de prédios desmoronados em Beirute e em vilarejos do sul, incluindo Abbassiyeh, onde ainda havia fumaça na manhã de quinta-feira.
- Foi o dia mais mortífero da atual fase do conflito entre Israel e o Hezbollah, com o bombardear atingindo áreas densamente habitadas.
- Autoridades libanesas dizem que os ataques atingiram zonas civis sem aviso prévio, piorando a pressão sobre o sistema de saúde já debilitado.
Oito de maio, ataques israelenses em território libanês deixaram pelo menos 203 mortos e mais de 1.000 feridos, informou o Ministério da Saúde do Líbano. Os bombardeios atingiram Beirute, Tyre e a vila de Abbassiyeh, ao sul, ampliando o alcance do conflito com o Hezbollah.
Ação de resgate mostrou cadáveres sendo retirados de prédios colapsados na capital e em áreas do sul. Fumaça ainda era vista na manhã de quinta-feira, e a intensidade dos ataques elevou o temor de uma escalada regional.
O número de mortos subiu em relação a uma contagem anterior, que apontava 182 mortos e 890 feridos, sugerindo que mais vítimas estavam presas sob escombros durante a noite. Os ataques atingiram áreas centrais de Beirute e zonas do sul, incluindo vias e comércios.
Contexto e resposta humanitária
Em Beirute, equipes de emergência atuavam durante a noite em bairros como Tallet el-Khayat, enquanto hospitais enfrentavam o desafio de absorver o fluxo de feridos. O sistema de saúde já enfrentava limitações antes do novo agravamento.
Autoridades libanesas afirmaram que os ataques atingiram zonas civis sem avisos prévios, aumentando a pressão sobre um sistema de saúde já fragilizado e sobre serviços de socorro. A conjuntura atual não traz estimativas oficiais sobre novas vítimas.
Entre na conversa da comunidade