- Hezbollah lançou míssil contra Israel, acionando sirenes em várias regiões, incluindo Tel Aviv; o projétil foi interceptado, segundo o Times of Israel.
- O grupo afirmou ter atacado infraestrutura militar em Haifa, no norte de Israel; não ficou claro se se refere ao mesmo ataque.
- O ataque ocorre após o pior bombardeio israelense contra o Líbano nesta guerra, que deixou mais de 300 mortos na quarta-feira.
- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse ter instruído iniciar negociações de paz com o Líbano, com desarmamento do Hezbollah, antes das discussões entre Irã e Estados Unidos no Paquistão.
- Israel mantém ofensiva contra o Hezbollah desde 2 de março; autoridades libanesas mencionam cerca de 1.900 mortos e mais de 1 milhão de deslocados, com o grupo tendo perdido cerca de 400 combatentes.
O Exército de Israel informou nesta quinta-feira 9 que o Hezbollah disparou um míssil contra Israel, acionando sirenes de alerta aéreo em várias regiões, incluindo Tel Aviv. O projétil foi interceptado, segundo o Times of Israel.
O grupo armado apoiado pelo Irã afirmou ter atacado infraestrutura militar israelense na cidade de Haifa, no norte do país. Ainda não ficou claro se o ataque citado foi o mesmo que acionou as sirenes em Tel Aviv.
O ataque ocorre após o pior bombardeio israelense contra o Líbano desde o início do conflito, na semana passada, que deixou mais de 300 mortos na quarta-feira (8). As informações ressaltam a escalada regional.
As negociações previstas entre Irã e Estados Unidos, no Paquistão, deveriam ocorrer após a adoção de um cessar-fogo de duas semanas entre as partes, conforme acordado anteriormente.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que orientou o país a iniciar conversas com o Líbano com o objetivo de um acordo que inclua o desarmamento do Hezbollah, segundo declarações oficiais.
Desde 2 de março, Israel manteve operações contra o Hezbollah, em resposta aos ataques do grupo. Autoridades libanesas indicam que cerca de 1.900 pessoas morreram e mais de 1 milhão foram deslocadas.
De acordo com fontes ligadas ao Hezbollah, o grupo perdeu pelo menos 400 combatentes durante a escalada, que envolveu centenas de foguetes e drones direcionados a território israelense.
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