- Melania Trump negou qualquer relação com Jeffrey Epstein e afirmou que as acusações que a ligam a ele precisam terminar hoje, em declaração na Casa Branca sem aviso prévio à imprensa.
- Ela classificou os rumores de difamação e disse não ter conhecimento de abusos por Epstein nem participação em tais atos.
- A primeira-dama pediu audiências no Congresso para que sobreviventes do esquema de tráfico sexual testemunhem publicamente, com os relatos registrados nos arquivos do Congresso.
- O presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, Robert Garcia, anunciou apoio à realização de uma audiência pública sobre o tema.
- O texto traz ainda contextos sobre o caso Epstein, incluindo a publicação de milhões de páginas de documentos pelo Departamento de Justiça em janeiro e informações sobre a morte do empresário em 2019.
A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, negou veementemente qualquer relação com o financista Jeffrey Epstein. Em pronunciamento na Casa Branca nesta quinta-feira, ela classificou as acusações como difamação e afirmou que as alegações precisam cessar. O evento não teve aviso prévio à imprensa.
Melania garantiu que jamais teve conhecimento de abusos praticados por Epstein contra vítimas. Ela reiterou que não participou de quaisquer atividades ligadas ao financista e descreveu as acusações como tentativas maliciosas de manchar sua reputação.
Durante o discurso, a primeira-dama pediu que sobreviventes do esquema de tráfico sexual testemunhem no Congresso. Ela afirmou que cada mulher deve ter o direito de contar sua história publicamente, com o testemunho registrado nos arquivos do Congresso.
Logo após a fala, o líder do Comitê de Supervisão da Câmara, Robert Garcia, disse concordar com a ideia de uma audiência pública para ouvir as vítimas, conforme anunciado pelo pronunciamento de Melania Trump.
ARQUIVOS EPSTEIN
Em 30 de janeiro, o Departamento de Justiça divulgou mais de 3 milhões de páginas relacionadas ao caso Epstein, em cumprimento a lei aprovada pelo Congresso. Os documentos incluem comunicações com aliados, sócios e lobistas, além de materiais de pesquisa e manuscritos.
Epstein foi preso por abuso de uma menina de 14 anos e enfrentava várias acusações sexuais. Em 10 de agosto de 2019, foi encontrado morto na prisão de Nova York, com a causa apontada como suicídio por enforcamento.
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