- Meta e WhatsApp respondem a ação coletiva nos Estados Unidos, protocolada em 25 de março de 2026, acusando violação de promessa de criptografia e interceptação de mensagens privadas.
- A ação afirma que a plataforma foi vendida como segura com criptografia de ponta a ponta, mas houve acesso de terceiros ao conteúdo das conversas.
- Segundo a ação, informantes teriam indicado que funcionários da Meta e contratados teriam “amplo acesso ao conteúdo de mensagens que deveriam estar criptografadas”.
- Os autores, Brian Y. Shirazi e Nida Samson, pedem julgamento por júri, medidas declaratórias e cautelares, além de indenizações, representados pelo escritório Kessler Topaz Meltzer & Check LLP.
- Este processo não é o primeiro envolvendo interceptação de mensagens: em janeiro, grupo internacional, incluindo o Brasil, moveu ação semelhante contra a Meta.
Na Justiça dos Estados Unidos, Meta e WhatsApp enfrentam uma ação civil coletiva questionando interceptação de mensagens privadas. O processo foi protocolado em 25 de março de 2026, movido por consumidores que alegam violação de privacidade.
A ação sustenta que a empresa prometeu criptografia de ponta a ponta e privacidade, mas permitiu acesso de terceiros ao conteúdo das conversas, sem autorização dos usuários. Os autores descrevem suposto acesso não autorizado aos dados.
Segundo a ação, informantes teriam relatado a investigadores federais que funcionários da Meta e contratados teriam tido amplo acesso às mensagens criptografadas. Os demandantes buscam julgamento por júri, medidas cautelares e indenizações.
Histórico
Um grupo internacional, com participação do Brasil, já havia movido em janeiro uma ação semelhante, acusando a Meta de divulgar informações falsas sobre privacidade e segurança do WhatsApp. A empresa nega as alegações e classificou o caso como ficcional.
Os autores da ação citam que o aplicativo teria acesso às comunicações que promete proteger, segundo o documento processual. A Meta enfatizou que continua defendendo a privacidade dos usuários.
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