- Ucrânia afirma que ataques de drones russos atingiram Sumy e Odessa, em meio a aproximação de um cessar-fogo de Páscoa.
- O presidente ucraniano disse que a tubulação de petróleo Druzhba será consertada nesta primavera.
- Zelenskiy: ucranianos derrubaram drones iranianos no Golfo.
- Casa Branca classifica o Estreito de Hormuz como “totalmente inaceitável” para interrupções no tráfego de petróleo.
- Indígenas do Brasil entram no terceiro dia de protestos em Brasília, cobrando demarcação de terras.
Latest news bulletin – 10 de abril de 2026
Drones russos atingiram Sumy e Odesa enquanto se aproxima uma trégua de Páscoa na Ucrânia. Em meio aos ataques, autoridades registram fogo e danos a infraestrutura portuária e energética em Odesa. O episódio ocorre dias antes de novas negociações sobre cessar-fogo serem anunciadas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que o oleoduto Druzhba deve ser consertado nesta primavera, com impacto esperado na circulação de energia entre países europeus. A reivindicação destaca a prioridade econômica e logística em meio ao conflito regional.
Segundo relatos, militares ucranianos teriam interceptado drones iranianos sobre o Golfo, conforme comunicação de Kiev. A informação compõe o cenário de tensões entre aliados ocidentais e potências da região, em meio a negociações diplomáticas em curso.
Desenvolvimento diplomático
- Em Washington, a Casa Branca qualificou como “inaceitável” a situação no Estreito de Hormuz, apontando para riscos à navegação e ao abastecimento global de energia.
- O Papa e outros líderes pedem contenção para evitar escalada regional, enquanto equipes de observação monitoram provocações entre forças envolvidas no conflito.
Relações transatlânticas e Rússia
- A Rússia mantém o foco em estratégias de cessar-fogo, com autoridades citando avanços limitados em canais de negociação.
- O ex-embaixador dos EUA na OTAN, Ivo Daalder, alertou para riscos à aliança caso a estabilidade na região não seja assegurada.
Outros destaques da manhã
- Sermões diplomáticos indicam que o Irã pode manter o cessar-fogo sob pressão de aliados e adversários.
- No Brasil, movimentos por direitos de pertencimento de terras ganham repercussão política, com marchas indígenas em Brasília na terceira semana de protestos.
- Em Israel e Líbano, novas ondas de ataques preocupam autoridades locais e organismos humanitários, elevando o déjà-vu de conflitos regionais.
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