- O ministro turco do Comércio, Ömer Bolat, disse à Euronews que a Otan não é obrigada a intervir para reabrir o Estreito de Hormuz.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, deu um ultimato aos países da Otan para encontrar uma solução em dias e reabrir o estreito.
- A passagem através do estreito está restrita, mesmo com um cessar-fogo provisório estabelecido na terça-feira para tentar restabelecer o tráfego.
- Uma coalizão de cerca de quarenta países, principalmente membros da Otan, além de Japão, Coreia do Sul e Austrália, trabalha em uma estratégia de segurança para a via navegável.
- Os membros da Otan rejeitaram os primeiros pedidos dos EUA de apoiar a campanha militar no Irã, destacando que não foram consultados e reafirmando o mandato defensivo da aliança.
O ministro turco do Comércio, Ömer Bolat, afirmou à Euronews que a OTAN não é obrigada a intervir no conflito envolvendo Irã. Em entrevista ao programa Europe Today, ele mostrou visão de que a aliança tem função defensiva e não está vinculada a ações militares na região.
Segundo Bolat, a OTAN não é obrigada a apoiar os Estados Unidos e Israel no conflito com o Irã. A declaração ocorre na esteira de pressões do governo americano por respostas rápidas dos aliados.
O presidente dos EUA, Donald Trump, teria pressionado a OTAN para encontrar uma solução imediata para reabrir o Estreito de Hormuz, em Washington, DC. O objetivo seria permitir o trânsito de navios, após uma pausa no tráfego marítimo.
A OTAN discute o papel da aliança na crise. Um grupo de cerca de 40 países, principalmente membros da OTAN, trabalha em uma estratégia para garantir a passagem segura no estreito após um cessar-fogo provisório.
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