- O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o Irã por atuação no estreito de Ormuz, afirmando que está “fazendo um péssimo trabalho” e cobrando o cumprimento do cessar-fogo.
- Trump disse haver relatos de que o Irã estaria cobrando taxas de petroleiros que passam pelo estreito e afirmou que, se isso ocorrer, deve parar imediatamente.
- O comentário ocorre durante o cessar-fogo de duas semanas, mediado pelo Paquistão, que condiciona a abertura completa e segura do estreito de Ormuz.
- O republicano afirmou que forças americanas permanecerão posicionadas na região até que haja “verdadeiro acordo” cumprido, sinalizando possível escalada militar se os termos não forem respeitados.
- Trump repetiu que não haverá desenvolvimento de armas nucleares e reforçou que o estreito de Ormuz permanecerá aberto e seguro.
Na quinta-feira, 9 de abril de 2026, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, publicou mensagens no Truth Social criticando a atuação do Irã no estreito de Ormuz durante o cessar-fogo anunciado entre as partes. O chefe de governo norte-americano disse que o Irã realiza um desempenho ruim e desonroso na região, segundo a sua avaliação.
Segundo Trump, haveria relatos de cobrança de taxas por parte do Irã a petroleiros que atravessam o estreito, uma prática que ele disse não concordar e pediu que cessasse imediatamente caso seja verdadeira. O contexto envolve o cessar-fogo de duas semanas mediado pelo Paquistão, que exige a abertura segura do corredor estratégico de Ormuz.
O cessar-fogo, ainda em vigor, busca permitir passagem segura de petróleo pelo canal que liga o Golfo Pérsico aos oceanos, uma das principais rotas globais. O acordo enfrenta resistência inicial do Irã, que chegou a rejeitar a primeira versão antes de apresentar uma contraproposta considerada pelos EUA como avanço.
Trump reforçou, em novas publicações, que as forças dos Estados Unidos permanecerão posicionadas na região até a implementação integral do que chamou de acordo verdadeiro. Ele também sinalizou a possibilidade de escalada militar caso os termos não sejam cumpridos, em um contexto de tensão contínua sobre Ormuz.
Em suas mensagens, o presidente afirmou ainda que não ocorrerá desenvolvimento de armas nucleares por parte dos EUA e que o estreito de Ormuz continuará aberto e seguro, condição essencial para o fluxo de petróleo global. O cenário permanece instável, com posições divergentes entre Washington e Teerã.
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