- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que aliados da OTAN devem apresentar uma solução nos próximos dias para reabrir o estreito de Ormuz.
- A operação provavelmente envolveria o envio de navios e pessoal militar à região, mesmo com a relutância inicial de aliados europeus.
- O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, informou aos países membros sobre as demandas de Trump após reuniões em Washington.
- Rutte está em visita de três dias aos EUA, com encontros no governo, no Departamento de Estado e no Ministério da Defesa; o conflito envolvendo EUA, Israel e Irã e o fechamento do estreito foram pauta.
- Trump criticou os aliados nas redes sociais e exigiu um plano em poucos dias; na semana passada, mais de quarenta países aderiram a uma coalizão para garantir a passagem pelo estreito.
Donald Trump pediu àOTAN que encontre, em dias, uma solução para reabrir o Estreito de Hormuz. O objetivo é garantir liberdade de navegação na região, mesmo com resistência inicial de aliados europeus. A informação vem de conversas envolvendo o presidente e o secretário-geral da OTAN.
Durante visita de três dias a Washington, o secretário-geral Jens Rutte manteve reuniões com Trump, o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário de Defesa Pete Hegseth. O encontro tratou do conflito entre EUA, Israel e Irã e da paralisação do estreito, rota-chave para o comércio mundial.
Rutte relatou que Trump cobrou planos concretos para a reabertura, destacando a necessidade de presença física no teatro operacional. A OTAN confirmou que trabalha com aliados para avaliar opções práticas, incluindo atuação naval e apoio de inteligência, bem como operações de desminagem.
Trump voltou a criticar aliados nas redes sociais, afirmando que alguns membros não compreenderam a necessidade de pressão para defender a liberdade de navegação. Ao longo da última semana, mais de 40 países aderiram a uma coalizão para facilitar o trânsito no estreito, conforme apurado pela imprensa.
Observadores próximos ao processo disseram que o tema exige resposta rápida dos aliados da OTAN, sob risco de impactos na segurança coletiva. A avaliação é de que, se não houver contribuição concreta, poderá haver desdobramentos para a segurança regional e internacional.
Governos como Reino Unido, Alemanha, Finlândia, Noruega, França e Espanha tinham indicado resistência a enviar tropas ou navios, alegando não ser responsabilidade de ataque contra o Irã. A posição pode evoluir conforme as consultorias em Washington avancem.
A seção de relações da OTAN informou que o Secretário-Geral está em contato permanente com as nações-membro para fechar um caminho viável. A imprensa relata que a ideia é desenvolver, em dias, um plano com presença física no Whether setor, envolvendo navios e tripulações.
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