- A União Europeia substitui carimbos de passaporte por um sistema eletrônico de registro de entrada, o Entry/Exit System (EES) no Espaço Schengen.
- Viajantes de fora da UE precisam usar totens de autoatendimento que digitalizam passaportes e coletam dados biométricos, incluindo impressões digitais e foto facial.
- Os dados ficam armazenados por até três anos e ajudam a calcular o tempo de permanência permitido, que permanece até 90 dias a cada 180 dias.
- Nas entradas seguintes, a identificação facial deve bastar, dispensando a repetição do registro completo.
- A implementação é gradual desde outubro, com exceções para Irlanda, Chipre e quatro países associados (Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein) e integra o programa de fronteiras inteligentes, preparando futuras autorizações eletrônicas Etias.
A União Europeia entrou em nova fase do controle migratório, substituindo carimbos por registro biométrico. Nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, o sistema EES passou a funcionar de forma gradual no Espaço Schengen.
Irlanda, Chipre e quatro países associados — Islândia, Noruega, Suíça e Liechtenstein — ficam fora da regra. Visitantes de fora da UE devem usar totens de autoatendimento na entrada, onde dados biométricos são coletados.
Entrada em vigor e abrangência
O procedimento envolve digitalização de passaportes, coleta de impressões digitais e foto facial. Após o registro, o visitante é atendido por agentes de imigração e os dados ficam arquivados por 3 anos.
A identificação biométrica facilita entradas futuras, pois nas visitas subsequentes basta a verificação facial. O tempo de permanência continua limitado a 90 dias a cada 180 dias.
Como funciona o processo
O sistema armazena informações para acelerar futuras entradas. A coleta ocorre no primeiro ponto de acesso ao território Schengen, em aeroportos, portos, terminais ferroviários e rodoviários.
O EES integra o programa de fronteiras inteligentes e prepara o caminho para o Etias, autorização eletrônica que poderá exigir estrangeiros isentos de visto.
Contexto adicional
A medida visa modernizar o controle migratório, reduzir burocracia e otimizar a atuação de autoridades. A mudança implica transição gradual para operações inteiras nos pontos de entrada do bloco.
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