- Local das negociações é Islamabad, Paquistão, buscando um cessar-fogo no conflito no Oriente Médio, na terceira rodada entre EUA, Irã e Paquistão.
- O conflito já dura seis semanas e as negociações são lideradas pelo vice-presidente dos Estados Unidos, J. D. Vance.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, espera que as conversas resultem em uma paz duradoura na região.
- A Guarda Revolucionária do Irã ameaça tomar medidas contra navios no estreito de Ormuz; os Estados Unidos disseram ter iniciado operações em 28 de fevereiro, mas Teerã nega a acusação.
- O comandante americano mantém dois destroyers na área para neutralizar minas, e o presidente Donald Trump acompanha os relatos, citando possível vitória, sem descartar acordos futuros.
Em Islamabad, Paquistão, líderes do Irã e dos EUA se reuniram para buscar um cessar-fogo no Oriente Médio. O encontro envolve delegações lideradas pelo vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, e autoridades iranianas, com o Paquistão atuando como mediador. A reunião marca a terceira rodada de negociações.
O objetivo é alcançar uma paz duradoura e reduzir a escalada regional. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, acompanha as conversas e espera avanços significativos nas próximas horas. As negociações ocorrem em meio a tensões já altas entre as partes.
Ameaça no estreito de Ormuz
As informações indicam que a Guarda Revolucionária iraniana mantém pressão sobre navios militares na passagem estratégica. Os Estados Unidos afirmaram que o programa nuclear de Teerã representa ameaça, acusação negada pelo país, que diz buscar apenas fins pacíficos de geração de energia.
Os ataques iniciais tiveram apoio israelense e foram seguidos por retaliações iranianas em vários países da região. Mesmo com uma trégua anunciada, sanções econômicas e a abertura do Estreito de Ormuz permanecem sem solução.
O Comando Militar dos EUA mantém dois destroyers na área para remover minas submarinas e assegurar a passagem de uma parte considerável do petróleo mundial. Donald Trump comentou os relatos das negociações em Islamabad, afirmando que pode haver acordo no futuro, sem descartar possibilidades.
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