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Papa Leão XIV pede fim da idolatria diante da guerra

O papa Leo XIV condena a idolatria do poder e pede fim do conflito entre Estados Unidos e Israel sobre o Irã, durante negociações de paz

Pope Leo XIV leads a vigil for peace inside St. Peter's Basilica at the Vatican, Saturday, April 11, 2026.
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  • O Papa Leo XIV, em uma vigília na Basílica de São Pedro, pediu o fim da “idolatria” de poder e dinheiro e clamou por paz, sem mencionar diretamente os EUA ou o presidente Donald Trump.
  • O discurso ocorre em meio ao conflito entre EUA e Irã, com negociações de paz entre os dois países ocorrendo em Paquistão.
  • O pontífice criticou a retórica de supremacia militar usada para justificar a guerra e pediu que líderes priorizem o diálogo.
  • O US Military Religious Freedom Foundation informou ter recebido mais de duzentas denúncias de uso de linguagem cristã extremista por comandantes para justificar ações de guerra contra o Irã.
  • Estiveram na basílica o arcebispo de Teerã, Dominique Joseph Mathieu, e a representante dos EUA, Laura Hochla, deputada-chefe de missão da embaixada.

Pope Leo XIV, cidadão norte-americano que atua como líder papal, criticou a chamada “idolatria” do poder militar em meio ao conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O gesto ocorreu durante uma vigília pela paz na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no sábado, 11 de abril de 2026.

Em discurso durante a oração vespertina, o pontífice pediu o fim da percepção de invencibilidade e da condução bélica, defendendo que líderes políticos devem buscar caminhos de paz. A mensagem não mencionou diretamente o governo dos EUA nem o presidente Donald Trump, mas parece dirigida a figuras políticas norte-americanas.

O Vaticano sinalizou preocupação com a escalada do conflito envolvendo Israel, Irã e o Hezbollah, que já se estende ao Líbano. A situação agrava tensões na região e preocupa comunidades cristãs no sul do país.

Dados oficiais indicaram que a imprensa recebeu relatos de críticas de dirigentes militares ao uso de argumentos religiosos para justificar atos de guerra. Entre os presentes no espaço sagrado esteve o arcebispo Dominique Joseph Mathieu, de Teerã; a delegação norte-americana contou com Laura Hochla, subsecretária de Estado adjuncta.

O movimento de paz envolve negociações entre EUA e Irã em etapas mediadas por terceiros, com portas abertas para diálogos em busca de cessar-fogo. O Vaticano enfatizou a necessidade de canais diplomáticos e de envolvimento de agentes internacionais.

O pontífice ressaltou que a guerra não encontra legitimidade em nenhum código religioso nem no nome de Deus, afirmando que o diálogo é a única via para romper o ciclo de violência. As declarações reforçam postura de apelo à cessação das hostilidades.

Contexto internacional

  • O tema central permanece a tensão entre EUA, Israel e Irã, com impactos regionais.
  • A dinâmica envolve negociações em território paquistanês, segundo fontes oficiais.
  • O Vaticano monitora a situação e busca facilitar iniciativas de paz entre as partes.

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