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Ucrânia e Rússia trocam prisioneiros antes da trégua da Páscoa Ortodoxa

Troca de prisioneiros entre Ucrânia e Rússia, mediada pelos Emirados Árabes Unidos, envolve 175 combatentes de cada lado, em véspera de cessar-fogo ortodoxo

Ukrainian soldiers returning from Russian captivity get off the bus during a POW exchange between Russia and Ukraine in Chernyhiv region, Ukraine, Thursday, March 5, 2026.
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  • Ucrânia e Rússia fizeram uma troca de prisioneiros de guerra, com 175 combatentes de cada lado.
  • A mediação foi facilitada pelos Emirados Árabes Unidos.
  • A informação foi anunciada por autoridades de ambos os países.
  • A ação ocorreu na véspera de uma possível trégua para a Páscoa Ortodoxa.
  • A operação envolve a devolução de soldados capturados durante o conflito entre as duas nações.

O circuito de troca de prisioneiros entre Ucrânia e Rússia chegou a 175 combatentes de cada lado, em uma operação mediada pelos Emirados Árabes Unidos. A ação ocorreu em meio a negociações para uma trégua durante a Páscoa ortodoxa, conforme informado por autoridades de ambas as partes. A região de Chernihiv, no norte da Ucrânia, recebeu o retorno dos soldados.

Segundo as equipes envolvidas, o intercâmbio foi conduzido de forma coordenada entre as forças de Kiev e Moscou, com a participação de observadores internacionais. A operação foi estruturada para liberar combatentes capturados ao longo do conflito, buscando reduzir tensões em um momento de aproximação para a trégua religiosa.

As informações indicam que o objetivo central é facilitar a troca antes do feriado, mantendo o foco na proteção de civis e na recomposição de famílias afetadas pela guerra. As autoridades não divulgaram dados detalhados sobre identidades individuais ou estados de saúde dos liberados.

Papel dos Emirados Árabes Unidos

  • O mediador internacional, os Emirados Árabes Unidos, afirmou facilitar o acordo entre as partes, contribuindo para a organização logíst ca e para a verificação do cumprimento do acordo de troca.
  • O anúncio reforça o papel de intermediário neutro em negociações de alto risco entre os dois países, buscando estabilidade regional durante o período de celebração religiosa.
  • Especialistas destacam que o pedido por trégua reflete o desejo de reduzir incidentes na linha de frente e permitir maior proteção a civis enquanto seguem as discussões diplomáticas.

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