- O Papa Leo XIV pediu um cessar-fogo imediato neste domingo, durante oração no Vaticano, pedindo respeito ao direito internacional e proteção de civis ante os combates entre Israel e Hezbollah.
- O pontífice disse sentir-se mais próximo do povo do Líbano e destacou a obrigação humana de proteger populações civis dos impactos da guerra, com ataques israelenses ainda ocorrendo no sul do país.
- As operações militares se intensificaram no sul do Líbano nas últimas dias, com ações terrestres renovadas e fogo de rocket entre fronteiras no início de abril de 2026.
- Embora os ataques em Beirute tenham diminuído, os confrontos permanecem perto da fronteira, gerando preocupações entre observadores internacionais.
- Leo XIV também observou a Páscoa ortodoxa e ressaltou conflitos na Ucrânia e no Sudão, lembrando o terceiro aniversário da guerra no Sudão em 15 de abril de 2026.
O Papa Leo XIV pediu hoje um cessar-fogo imediato, em meio aos confrontos entre Israel e Hezbollah. O apelo ocorreu no Vaticano, após a oração do meio-dia, em 12 de abril de 2026. O pontífice pediu que as partes respeitem o direito internacional e protejam a população civil.
Segundo a reportagem, as operações militares se intensificaram no sul do Líbano nas últimas dias, com ações terrestres renovadas e bombardeios cruzados. Embora haja redução de ataques em Beirute, os choques continuam perto da fronteira, gerando apreensão entre observadores internacionais.
Leo XIV destacou a importância da humanidade para pedir que civis não fiquem no foco do conflito. O Papa também mencionou, em tom de apelo universal, conflitos em Ucrânia e no Sudão, coincidindo com a terceira edição do conflito sudanês prevista para 15 de abril de 2026.
Contexto e chamada à cooperação internacional
O pontífice reafirmou a necessidade de diálogo entre as partes envolvidas e de uma resposta coordenada da comunidade internacional. A intervenção humanitária foi mencionada como prioridade para reduzir o sofrimento de civis.
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