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Participação recorde se aproxima do fechamento das urnas na Hungria

Com 66% de comparecimento até as 15h locais, participação recorde, a eleição pode encerrar dezesseis anos de governo de Orbán e redefinir relações com a União Europeia

People queue up at a polling station during the Hungarian parliamentary election in Budapest, 12 April, 2026
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  • A participação chegava a just over 66% ao meio da tarde, recorde e 10% superior à eleição anterior.
  • A votação pode significar o fim dos 16 anos de governo do premiê Viktor Orbán; Péter Magyar, líder da Tisza, aparece como principal adversário nas pesquisas.
  • Autoridades da União Europeia se preparam para vários cenários, desde continuidade do confronto até possível reset com a oposição.
  • Magyar negou planejar violência em caso de derrota e pediu calma; Orbán pediu que seus apoiadores votem, destacando a importância de um único pleito.
  • Magyar passou de insider a rival mais séria de Orbán em apenas dois anos, após ganhar protagonismo em 2024 e liderar a principal oposição.

A poucos minutos do fechamento das urnas, a eleição parlamentar na Hungria é descrita como a mais decisiva em décadas. A participação já alcançou recorde, com pouco mais de 66% dos eleitores registrados às 15h locais, segundo a comissão eleitoral. O pleito ocorre em Budapeste e demais cidades do país.

A disputa concentra-se entre o premiê Viktor Orbán, líder do partido Fidesz, e Péter Magyar, líder do novo partido Tisza. Orbán busca a continuidade de 16 anos no poder, enquanto Magyar aparece como o principal desafiante nas pesquisas. Magyar defende reduzir tensões com a União Europeia e a OTAN.

Ao longo da campanha, Orbán alertou que a paz da Hungria depende do voto de hoje, pedindo apoio dos seus seguidores. Rebatedor, Magyar negou rumores de violência, afirmando que são táticas de medo difundidas pelo governo.

Dados preliminares indicam que o Tisza tem ficado na dianteira em várias sondagens, embora Magyar não seja visto como liberal europeu tradicional. O resultado pode sinalizar uma mudança significativa na relação de Budapeste com Bruxelas e o bloco ocidental.

Analistas observam que, se Orbán perder, a transição pode envolver negociações para redefinir relações com a UE e a OTAN. Caso Magyar vença, há expectativa de uma aproximação mais pragmática com instituições internacionais, segundo especialistas.

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