- A candidatura de centro-direita vence as eleições na Hungria, encerrando 16 anos de governo de Viktor Orbán, com 138 das 199 cadeiras no parlamento.
- O novo primeiro-ministro, Péter Magyar, prometeu combater a corrupção e reaproximar o país da União Europeia.
- A participação foi recorde, chegando a quase 80% dos eleitores.
- A Hungria tem se oposto a algumas decisões da UE, enquanto Orbán mantém aproximação com a Rússia; líderes europeus celebrarem o resultado.
- O premiê alemão, Friedrich Merz, afirmou que o resultado mostra democracias resistindo à propaganda russa; Moscou disse que quer manter as relações e o novo líder húngaro defende boas relações com os EUA, mesmo com apoio de Trump a Orbán.
O centro-direita venceu as eleições na Hungria, encerrando 16 anos de governo de Viktor Orbán. O novo primeiro-ministro, Péter Magyar, apresentou promessas de combate à corrupção e de reaproximar o país da União Europeia. O partido de Magyar conquistou a maioria no parlamento.
A vitória teve participação recorde, com quase 80% do eleitorado. Magyar, ex-aliado de Orbán, surge como opção mais moderada e defende uma parceria com a UE. O resultado marca a transição política no país após mais de uma década de governo de direita.
Contexto político e repercussões
O pleito ocorreu no momento em que a Hungria tem enfrentado críticas dentro da UE sobre reformas institucionais e seu posicionamento em temas como apoio à Ucrânia e relação com a Rússia. A União Europeia tem monitorado o cumprimento de regras democráticas e de Estado de direito.
Ao longo dos últimos anos, Orbán manteve alinhamento próximo a Vladimir Putin, enquanto Magyar sinalizou abertura a melhores laços com a UE e com os Estados Unidos. Líderes europeus registraram suas leituras oficiais sobre o resultado das eleições.
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