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Israel deve parar de incentivar violência dos colonos, diz ministro palestino

Ministra palestina das Relações Exteriores afirma que Israel protege colonos e falha em proteger palestinos, agravando aspirações de estado e a crise econômica local

Palestinian Foreign Minister Varsen Aghabekian Shahin
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  • A ministra palestiniana das Relações Exteriores, Varsen Aghabekian Shahin, afirmou a Euronews que Israel não protege os palestinianos na Cisjordânia e, segundo ela, apoia a violência de colonos.
  • Ela disse que as forças de ocupação muitas vezes observam sem agir ou participam de ataques, e pediu mudança de políticas, não apenas rotulagens de terroristas.
  • Aghabekian citou o aumento da violência de colonos desde os ataques de outubro de 2023 e na sequência da guerra no Irã e da ofensiva de Israel no Líbano.
  • Ela criticou a decisão de Israel de reintroduzir a pena de morte para atentados contra civis judeus, chamando-a de discriminação e sem base legal, afirmando que o problema real é a ocupação.
  • No aspecto econômico, a Autoridade Palestina não recebe receitas fiscais de Israel desde maio de 2025, com bilhões de shekels retidos, agravando serviços públicos; EUA expressaram preocupação com assentamentos.

Palestinian Foreign Minister Varsen Aghabekian Shahin afirmou a Euronews que Israel não protege os palestinos na Cisjordânia e, conforme a ocupação, estaria apoiando a violência de colonos. Ressaltou que tal política aumenta o terror contra civis.

Aghabekian disse que a presença militar e as forças de ocupação falham em agir frente aos ataques de colonos. Segundo ela, as ações de violência são encorajadas pela política israelense e precisam ser interrompidas.

A ministra lembrou que a violência aumentou desde os ataques a Hamas em outubro de 2023 e reforçou que a mortalidade de civis persiste, com consequências para a vida cotidiana dos palestinos na região.

Contexto internacional e mudanças recentes

Aghabekian mencionou que o conflito envolve também ações de Hezbollah e a resposta israelense, com impacto na estabilidade regional. Ela citou o fortalecimento de medidas de segurança como resposta a ataques.

Política de punição e direitos

Sobre a decisão de Israel de reintroduzir a pena de morte para ataques letais contra civis judeus, a autoridade palestina afirmou que a medida é discriminatória e sem base legal, além de ocorrer sem tratamento das causas do conflito.

Economia e efeitos sobre a população

A chefe de Relações Exteriores palestina afirmou que a ocupação prejudica serviços básicos, com Israel retendo impostos e tarifas do Acordo de Paris de 1994. Aghabekian citou bilhões de shekels parados em bancos israelenses.

Aghabekian indicou que a PA enfrenta dificuldades para educação, saúde, água e energia, agravadas pela falta de repasse de receitas. O governo palestino depende dessas transferências para pagar salários.

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