- Em 11 de abril de 2026, pelo menos 25 pessoas morreram após uma stampede na Citadelle Laferrière, perto de Milot, no norte do Haiti, durante festividades de Páscoa.
- O incidente ocorreu devido à superlotação, provocando asfixia e pisoteamento, com relatos de cerca de 30 mortos e dezenas de feridos.
- No domingo, cerca de 30 pacientes ainda estavam no hospital, e outras pessoas continuavam não localizadas, aumentando preocupações com a segurança de multidões em eventos públicos.
- Autópsias começaram em 12 de abril, enquanto a Polícia Nacional abriu uma investigação sobre as causas do desastre; o local abrigava passeio escolar e celebrações culturais perto da entrada.
- Testemunhas descreveram pânico em caminhos estreitos e íngremes; o governo expressou condolências e pediu que o público coopere com as equipes de resgate.
Haiti registra ao menos 25 mortos em stampede na Citadelle Laferrière, fortaleza UNESCO próxima a Milot, no norte do país. O incidente ocorreu durante as celebrações de Páscoa, quando houve superlotação no local.
Autoridades locais em Cap‑Haïtien informam que a multidão fez com que as pessoas sofressem asfixia e atropelamentos. Relatos indicam que o número de mortos pode ter chegado a 30, com dezenas de feridos.
Ainda segundo as informações, cerca de 30 pacientes permaneciam hospitalizados no domingo, enquanto outras pessoas estavam desaparecidas. O local funciona como atração turística e também era palco de excursão escolar e celebrações culturais.
Autopsias começaram no dia 12 de abril, conforme a Polícia Nacional Haitiana abriu uma investigação sobre as causas do desastre. O susto é atribuído ao afluxo de visitantes e à pressão durante a saída após chuva e congestionamento.
As autoridades pedem calma, evitar rumores e colaborar com as equipes de resgate, que seguem com buscas no local. A Citadelle Laferrière é um importante marco histórico e turístico do país.
Investigação e resposta
As autoridades realizam perícias para determinar as causas exatas da stampede. Equipes de resgate trabalham para localizar pessoas ainda desaparecidas e atender aos feridos. O governo expressou condolências às famílias das vítimas.
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