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Trump critica o Papa Leo XIV em disputa sobre guerra no Irã

Trump ataca Papa Leo XIV por críticas à guerra com o Irã, chamando-o de “fraco no crime” e “liberal”, em atrito sem precedentes com a Igreja Católica

FILE: Pope Leo XIV arrives for his weekly general audience in St Peter's Square, at the Vatican, 4 March 2026
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  • No domingo, dia 12 de abril de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o Papa Leo XIV em publicação nas redes sociais e em declaração a repórteres, dizendo não ser fã do pontífice.
  • Trump afirmou que Leo XIV é “fraco em combate a crimes” e “muito liberal”, e pediu que o papa pare de apoiar a esquerda radical.
  • O ataque ocorreu depois que o papa sugeriu que uma “delusão de onipotência” estaria alimentando a guerra no Irã.
  • Trump repetiu a crítica, dizendo não querer um papa que ache aceitável que o Irã tenha arma nuclear.
  • O presidente também citou a Venezuela e afirmou não querer um papa que critique o presidente dos EUA por suas ações, em tom de contundência política.

Donald Trump voltou a atacar o Papa Leo XIV em meio a desentendimento entre a Casa Branca e a liderança da Igreja Católica. O golpe público ocorreu na noite de domingo, após Leo XIV defender uma leitura crítica sobre a guerra na Iran. O presidente disse não considerar o pontífice eficaz na condução de políticas externas e o classificou como liberal.

Em mensagens subsequentes, Trump manteve o tom agressivo ao falar com repórteres no solo do aeroporto após retornar a Washington vindo da Flórida. O líder americano afirmou que não apoia o Papa e repetiu críticas sobre a posição do pontífice em relação ao Irã.

Contexto do embate

O Papa Leo XIV havia indicado, no fim de semana, que haveria uma visão de soberania global equivocada alimentando o conflito com o Irã. Aplaudido por quem defende o diálogo, o pontífice enfatizou que prAnte guerras exige responsabilidade e oração, sem mencionar diretamente a administração dos EUA.

Respaldo da Igreja

O arcebispo Paul S. Coakley, presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, destacou que o Papa não é rival de Trump nem político. Ele lembrou que o Papa atua como líder espiritual, buscando orientar as pessoas pela fé e pela garantia do cuidado das almas.

Repercussões e próximos passos

Trump associou críticas ao desempenho do Papa a questões domésticas, citando medidas de segurança interna e o papel da Igreja na sociedade. O presidente já havia questionado a cooperação entre EUA e aliados, mantendo o foco em políticas de governo e segurança nacional. O Vaticano não se manifestou oficialmente sobre as declarações, até o fechamento deste relatório.

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