- Um ex-aluno de 18 anos abriu fogo em uma escola profissionalizante em Siverek, na província de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, na manhã de hoje.
- Ao menos dez estudantes, quatro professores, um funcionário da cantina e um policial ficaram feridos; cinco deles foram encaminhados a um hospital na capital da província.
- O atirador utilizou uma espingarda e se matou ao ser cercado pela polícia dentro do prédio.
- A motivação do ataque ainda não foi esclarecida; autoridades prometem uma investigação abrangente.
- Imagens de câmeras devem apoiar as apurações; testemunhas disseram que os alunos fugiram em meio à confusão.
Um ex-aluno abriu fogo em uma escola profissionalizante no sudeste da Turquia, ferindo ao menos 16 pessoas antes de se suicidar. O ataque ocorreu pela manhã em Siverek, na província de Sanliurfa.
Segundo o governador Hasan Sildak, o atirador tinha 18 anos, usou uma espingarda e atirou de forma aleatória dentro do colégio. Em seguida, ele se ocultou no interior do prédio, gerando pânico entre estudantes e funcionários.
Ao todo, 10 estudantes, 4 professores, 1 funcionário da cantina e 1 policial ficaram feridos, conforme o governo local. Cinco feridos, entre docentes e alunos, foram transferidos para hospital da capital provincial por gravidade.
O agressor morreu após ser cercado pela polícia dentro da escola. O governador afirmou que houve intervenção policial para encurralar o indivíduo, que se tirou a vida após o cerco.
A maior parte dos feridos recebeu atendimento em Siverek, mas as autoridades destacaram a necessidade de apuração completa sobre as circunstâncias do ataque. A motivação ainda não foi esclarecida.
Investigação e perícia
Testemunhas indicaram correria de alunos ao deixar o prédio. As câmeras de vigilância serão produzidas para a investigação, que também contará com a análise de imagens de monitoramento.
Relatos da imprensa local apontam mobilização de unidades especiais da polícia e retirada de todos os estudantes do colégio. A investigação deverá apurar autoria, motivação e eventuais falhas de segurança.
A prefeitura e as forças de segurança prometeram transparência nos próximos desdobramentos, sem confirmar prazos, mas assegurando que as causas serão verificadas com rigor.
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