- 13 mortos, 35 feridos e cerca de 15 desaparecidos em Tiro, no Líbano, poucos minutos antes da entrada em vigor de um cessar-fogo no dia 16.
- Os ataques atingiram seis prédios residenciais, que ficaram destruídos, conforme relato de repórter da AFP.
- Equipes de resgate seguem procurando vítimas sob os escombros.
- O Exército do Líbano acusou Israel de agressão e de violar a trégua ao bombardear o país.
- O Hezbollah disse estar em alerta máximo diante de eventual violação do acordo e afirmou ter atacado tropas israelenses em resposta.
Ao menos 13 pessoas morreram em bombardeios israelenses na cidade libanesa de Tiro, minutos antes da entrada em vigor de um cessar-fogo anunciado para a região. A informação foi confirmada à AFP por um funcionário local. Ao todo, 35 ficaram feridas e cerca de 15 seguem desaparecidas, segundo o mesmo relato.
Os ataques atingiram seis edifícios residenciais, que foram destruídos, conforme relato de um correspondente da agência. A operação ocorreu no momento em que o cessar-fogo passava a vigorar na área, segundo apuração inicial.
Equipes de resgate trabalham entre os escombros para localizar possíveis sobreviventes, enquanto o balanço pode crescer com o passar das horas.
Resposta de partes envolvidas e desdobramentos
Horas após os bombardeios, o Exército do Líbano acusou Israel de atos de agressão e de violar a trégua. Em resposta, o grupo militante libanês afirmou ter atingido tropas israelenses.
O Hezbollah declarou que permanece em alerta máximo diante da possibilidade de descumprimento do acordo, reforçando a tensão na região e a novela de retaliações que antecediam o cessar-fogo.
As informações sobre o episódio chegam de fontes oficiais e de observadores, com confirmação parcial de autoridades locais e agências internacionais.
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