- Áudio captado no Aeroporto Nacional Ronald Reagan (DCA), em Arlington, Virgínia, mostra pilotos trocando miados e latidos durante o contato com a torre de controle.
- A gravação foi registrada via aplicativo de monitoramento de comunicações entre aeronaves e torres e ganhou repercussão nas redes sociais e na imprensa dos EUA.
- A Federal Aviation Administration (FAA) abriu investigação para apurar o ocorrido, já que, por normas federais, conversas não essenciais são proibidas abaixo de 10 mil pés de altitude.
- Não foram divulgadas as identidades dos pilotos nem detalhes dos voos; a porta-voz do aeroporto afirmou não ter conhecimento do episódio.
- As regras citadas pelas normas FAR 121.542 e FAR 135.100 proíbem conversas pessoais, anúncios irrelevantes, leitura de materiais não relacionados e uso de dispositivos eletrônicos não essenciais durante o voo.
Um áudio de comunicação aeronáutica, gravado no Aeroporto Ronald Reagan, em Arlington, Virgínia, nos Estados Unidos, mostra dois pilotos simulando miados e latidos durante o contato com a torre. O registro aconteceu na frequência da central de controle neste fim de semana e rapidamente ganhou as redes sociais.
Na conversa, um piloto inicia com um miado, respondido pelo outro. Um controlador interrompe o diálogo cobrando postura profissional. Em seguida, os dois voltam a fazer sons de animais, enquanto o controlador comenta o comportamento inadequado. A gravação circulou também na imprensa norte‑americana.
A Federal Aviation Administration (FAA) informou à NBC News que abriu uma investigação. Por norma federal, pilotos não devem participar de conversas não essenciais quando estão abaixo de 10 mil pés de altitude. Identidades dos envolvidos e detalhes dos voos não foram divulgados.
Proibições da FAA
As regras FAR 121.542 e FAR 135.100 tratam das obrigações da tripulação. Por leis de proibição abaixo de 10 mil pés, não devem haver conversas pessoais, anúncios irrelevantes aos passageiros, consumo de itens não relacionados ao voo ou uso de dispositivos eletrônicos não essenciais.
Especialista em aviação com experiência no JFK afirmou que atitudes de descontração podem ocorrer, mas não caracterizam improviso comum. A avaliação sobre a gravidade do episódio deve considerar o contexto e o impacto na segurança operacional.
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