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EUA apreendem novo navio-tanque ligado ao Irã em águas internacionais

CentCom anuncia a apreensão do navio-tanque iraniano Touska em águas internacionais após seis horas de resistência; navio transportava itens militares

Petroleiros passam pelo Estreito de Ormuz, no Irã — Foto: Hamad I Mohammed / Reuters
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  • A Marinha dos EUA apreendeu o navio-tanque Tifani, ligado ao Irã, em águas internacionais, sem incidentes.
  • O navio, com capacidade para 2 milhões de barris, estava quase totalmente carregado e tinha como destino Cingapura; sua última posição foi perto do Sri Lanka.
  • O Comando Central dos EUA afirmou que o navio ignorou ordens de parada por seis horas, houve evacuação da casa de máquinas e os fuzileiros navais tomaram o controle da embarcação.
  • Esta é a segunda apreensão de um navio ligado ao Irã; no fim de semana, a Marinha dos EUA abordou um cargueiro iraniano no Golfo de Omã.
  • Reações: o Irã chamou as ações de pirataria; os EUA dizem que continuarão a fiscalização marítima para interromper redes ilícitas; o ex-presidente Donald Trump comentou violações do cessar-fogo.

Nos EUA, forças armadas informaram a apreensão de mais um navio-tanque ligado ao Irã em águas internacionais, intensificando o bloqueio naval. O tráfico de petróleo é visto como apoio ao Irã, segundo as autoridades americanas, deixando claro o objetivo de interromper redes sancionadas.

O navio-tanque identificado como Tifani, com capacidade para cerca de 2 milhões de barris, foi abordado sem incidentes. A última posição registrada apontava para o Oceano Índico, perto do Sri Lanka, com destino apontado a Cingapura.

O Comando Central dos EUA ressaltou a continuidade dos esforços de fiscalização marítima para interromper embarcações sancionadas que prestam apoio ao Irã, onde quer que operem. A navegação foi interrompida após ordens de parada e inspeção.

Na semana passada, a Marinha dos EUA já havia disparado contra e abordado um cargueiro de bandeira iraniana no Golfo de Omã, o que marca o segundo episódio de apreensão envolvendo navios ligados ao Irã em curto espaço de tempo. A ação foi acompanhada de relatos de itens militares no interior da embarcação.

Reações oficiais: o Irã condenou as medidas, classificando-as como pirataria no mar e terrorismo de Estado, segundo informações de veículos estatais. O governo iraniano mantém a posição de que o bloqueio de seus portos viola a trégua e afirma não negociar sob essas condições.

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