- Aproximadamente 9 milhões de nomes foram removidos da lista de eleitores no estado de West Bengal, duas semanas antes das urnas.
- A Comissão Eleitoral tirou 12% dos eleitores da relação para combater votantes falsos e migrantes ilegais.
- Grupos de oposição alegam que o partido de Narendra Modi usa o processo para mirar principalmente eleitores pobres e muçulmanos.
- A alegação é de que a medida pode favorecer a vitória do governo nas eleições estaduais.
- O caso intensifica a controvérsia político-eleitoral no período pré-eleitoral em West Bengal.
A comissão eleitoral removeu cerca de 9 milhões de nomes da lista de eleitores no estado de West Bengal, a duas semanas das votações. O recenseamento visa eliminar eleitores suspeitos e migrantes ilegais. A remoção representa aproximadamente 12% do total registrado.
A medida ocorre enquanto o mandato de Narendra Modi está em jogo na eleição parcial para o estado oriental. A oposição acusa o processo de favorecer o partido no poder, sugerindo direcionamento a eleitores pobres e muçulmanos.
Aroe as informações, a Comissão Eleitoral informou que a depuração pretende preservar a integridade do censo eleitoral. Críticas da oposição afirmam que a medida pode influenciar o resultado, sem apresentar fontes adicionais no momento.
Reações e desdobramentos
- A oposição sustenta que o recenseamento visa criar vantagem política nas próximas eleições locais.
- A comissão não comentou a objeção específica, reiterando o objetivo de manter o registro eleitoral limpo e confiável.
- Ainda não há confirmação de recursos legais ou novas datas de verificação para os eleitores afetados.
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