- O estreito de Hormuz permanece sob bloqueio entre EUA e Irã, descrito como um “teste de vontade”.
- Forças americanas anunciaram que interceptariam ou devolveriam navios que viajem para longe ou em direção à costa iraniana.
- O Irã chama o bloqueio de pirataria e o principal negociador afirmou que reabrir o estreito não é possível enquanto os EUA mantiverem a ofensiva naval.
- A correspondente Lyse Doucet está em Teerã cobrindo o assunto, com restrições de uso de material pela BBC no serviço persa.
No início deste mês, as forças americanas anunciaram que interceptariam ou impediriam navios que se deslocassem para perto ou a partir da costa do Irã, ampliando a vigilância no Estreito de Hormuz. A medida faz parte de um cenário de bloqueio contínuo que envolve EUA e Irã.
O Irã classifica a interrupção de tráfego no estreito como pirataria e reforça que a abertura da passagem não é possível enquanto o bloqueio naval dos EUA estiver mantido. A posição foi reiterada por Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador do país, em resposta às ações dos norte-americanos.
A cobertura internacional acompanha o impasse a partir de Teerã, com relatos da BBC. A correspondente Lyse Doucet reporta a situação, observando o tom de confronto entre as duas potências. A matéria destaca ainda a tensão no trânsito marítimo estratégico da região.
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